quinta-feira, 2 de maio de 2019

Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos

Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos

O Audi S4 2020 chega ao mercado europeu com uma interessante novidade. Assim como os irmãos S5, S6 e S7, as variantes sedã e perua (Avant) deste esportivo agora possuem opção de motor diesel, no caso, o V6 3.0 TDI com adição do sistema micro-híbrido de 48 volts, dotado de turbocompressor elétrico.

Como os demais, o Audi S4 2020 encontra agora uma forma de manter os níveis de emissão de CO2 mais baixos diante das regras ambientais atualizadas na Europa. Embora o modelo nunca tenha utilizado esse tipo de motorização, o TDI passa a ser uma alternativa necessária para se evitar multas milionárias dentro da União Europeia.

Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos

Grande parte disso é a tecnologia que mescla um sistema elétrico de 48 volts com uma turbina acionada por energia, que evita o turbo lag em baixa rotação e ajuda a reduzir o consumo de combustível com um motor elétrico que funciona tanto para partida quanto na saída do carro.

Entregando 350 cavalos, o Audi S4 TDI 2020 dispõe de 71,1 kgfm entre 2.500 e 3.100 rpm. Além disso, o V6 3.0 TDI trabalha com uma caixa automática de oito marchas com conversor de torque, além de sistema de tração nas quatro rodas Quattro. Esta normalmente distribui força de 40% no eixo dianteiro e 60% no traseiro, podendo chegar a 70% na frente e 85% atrás.

Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos

Pesando 1.855 kg (1.895 kg na Avant), o Audi S4 Sedan TDI 2020, o tempo de aceleração de 0 a 100 km/h é de 4,8 segundos, sendo de 4,9 na Avant. A velocidade máxima é limitada em 250 km/h. Já o consumo médio é de 16 km/l graças ao sistema de desacoplamento do câmbio em desacelerações e frenagens.

Com esta opção, a Audi deve encerrar os lançamentos com este conjunto diesel micro-híbrido nos esportivos S, visto que no caso do S3, seria necessário realizar muitas modificações e ainda conferir uma potência extra ao 2.0 TDI de 240 cavalos. Bom, isso pelo menos nessa geração.

Audi S4 TDI 2020 – Galeria de fotos

Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos
Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos
Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos
Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos
Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos
Audi S4 2020 agora tem versão TDI micro-híbrido com 350 cavalos

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

O vencedor não leva tudo

A eleição presidência brasileira não se dá no sistema “the winner takes it all”, ou seja, “o candidato mais votado leva tudo”, assumindo o papel de déspota eleito. A eleição dos delegados (ou “grandes eleitores”) para elegerem o presidente dos Estados Unidos é feita dessa forma, estado a estado. Nesse sistema norte-americano, o candidato mais votado leva todos os delegados do estado, mesmo sendo o mais votado por apenas, por exemplo, 46% dos votos contra 29%, 12% e 5% dos outros três candidatos seguintes, como ocorreu no primeiro turno da eleição brasileira de 2018. No segundo turno, o capitão miliciano, por conta do antipetismo irrefletido, recebeu 55% dos votos válidos.

No entanto, o último levantamento de sua popularidade mostra o eleito de extrema-direita ter a pior avaliação entre presidentes eleitos em primeiro mandato, desde o inicio da série histórica da pesquisa de opinião pública realizada pela CNI em parceria com o Ibope. No levantamento mais recente, realizado entre os dias 12 e 15 de abril de 2019, o instituto apurou apenas 35% dos brasileiros ainda avaliarem o atual (des)governo como ótimo ou bom, ou seja, quase 2/3 o rejeitam.

Em maio de 1990, 45% dos brasileiros consideravam o governo Fernando Collor como ótimo ou bom. Em 1995, Fernando Henrique tinha 41%. Em março de 2003, a avaliação positiva de Luiz Inácio Lula da Silva era de 51%. Em 2011, Dilma Rousseff iniciou seu mandato com 56% de respaldo. José Sarney, que assumira como vice de Tancredo Neves, eleito indiretamente pelo Congresso, tinha 71% de ótimo ou bom em março de 1986 após o lançamento do Plano Cruzado. A pior avaliação de todas foi obtida por Michel Temer, em pesquisa de junho de 2016. Ele teve 13% de bom e ótimo.

Quem indica e quem nomeia o presidente do Banco do Brasil? Sou eu? Não preciso falar mais nada então”, disse o arrogante capitão após censurar uma campanha de marketing do Banco do Brasil, voltada para o público jovem e protagonizada por atores e atrizes negros e tatuados. Além disso, ordenou a demissão do diretor de comunicação e marketing do banco. “A linha mudou, a massa quer o quê? Respeito a família, ninguém quer perseguir minoria nenhuma”, completou. E demonstrou seu desdém com a insistência dos jornalistas sobre o que ele teria visto de errado na propaganda do banco. “Você̂ se olhou no espelho?”, perguntou a um repórter, revelando sua intolerância com jovens descolados de sua autoimagem evangélica.

Ele imagina poder alterar tudo o que não for alinhado à sua linha ideológica conservadora. “Não é minha linha. Eu tinha uma linha, armamento. Eu não sou armamentista? Então, ministro meu ou é armamentista ou fica em silêncio. É a regra do jogo”, disse. “As pessoas sabem que eu fui eleito com uma agenda conservadora, defendendo a maioria da população brasileira, seus comportamentos. Quem quiser fazer diferente do que a maioria quer que não faça com verba pública”, salientou.

Depois, a própria Secretaria de Governo, a quem a equipe de comunicação está subordinada, reconheceu a Secom não ter observado a Lei das Estatais por não caber à administração direta intervir no conteúdo de publicidade.

Alegando “excesso de interferência” do capitão sobre o Banco do Brasil, o Ministério Público (MP) junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu a Corte investigar o episódio onde ele mandou vetar uma propaganda da instituição financeira direcionada para o público jovem. De acordo com o MP, o ato do presidente fere a Lei das Estatais, de 2016, e pode ser classificado como abuso de poder.

A autonomia das empresas federais está em questão, desde quando o prepotente obrigou a Petrobras a reverter um reajuste no preço do diesel. A medida, depois revertida, levou a uma forte queda de valor das ações da petrolífera (e a uma perda de bilhões de reais por parte dos demais acionistas), pelo questionamento sobre qual seria o grau de interferência desse sujeito despreparado nas estatais.

O tuiteiro também deu destaque em sua rede social a um vídeo no qual uma aluna dedura críticas de uma professora de cursinho ao seu guru, o astrólogo de Richmond-Virginia-USA. Na postagem, disse o slogan do movimento obscurantista Escola Sem Partido: “professor tem que ensinar, e não doutrinar”.

Daí a perseguição política de seu preposto no ministério da Educação aos professores: bloqueou 30% dos recursos de custeio de três universidades federais —UnB, UFBA e UFF— por motivos ideológicos. O burocrata olavete disse ao jornal O Estado de S.Paulo ser uma retaliação a atividades políticas. Ele classificou de “balbúrdia”, “bagunça e evento ridículo”. Como exemplo, citou a presença de sem-terra e “gente pelada dentro”. Evidentemente, essa retaliação política fere princípios constitucionais como a autonomia universitária e a impessoalidade, conforme comprovado por juristas.

A Constituição brasileira prevê como Princípio da Educação a liberdade de “divulgar o pensamento, a arte e o saber”. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação define a responsabilidade da União em assegurar os recursos suficientes para manutenção das instituições de educação superior por ela mantidas.

Entende-se como crime de responsabilidade qualquer tipo de conduta contrária às normas estabelecidas na Constituição, além de ações cometidas pelos agentes políticos contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais, entre outras. Como punição, de acordo com a legislação brasileira, por exemplo, o nomeado ao cometer crime de responsabilidade deve perder o cargo público e ficar inabilitado de voltar a exercer atividades no âmbito da administração pública.

O persona non grata às Universidades buscou se proteger, posteriormente, com suposta “isonomia”: estendeu o arbítrio persecutório a todas as Universidades Federais!  Todos os professores e estudantes universitários, em todos os estados, passam a ser impedidos de exercer suas atividades de ensino e pesquisa! Os contingenciamentos orçamentários colocam em risco o funcionamento mínimo dessas instituições, como fornecimento de energia e água. Atiça o movimento estudantil e de professores em reação judicial a tal descalabro, mas não só, a OAB e o MP devem denunciar o ministro.

Além de ser antielitista (e daí anti-intelectuais), o populista de direita está sempre contra minorias. O populists afirma: “eu, e somente eu, represento o povo”. Desafia seus numerosos críticos: “Sou o povo. Quem é você?” Claro, ele sabe seus oponentes serem também naturais da mesma Nação. A reivindicação de representação exclusiva não é empírica, é sempre distintamente moral.

Quando concorre ao cargo, o populista retrata seus concorrentes políticos como parte da elite imoral e corrupta. Quando chega ao Poder Executivo, ao decidir qualquer coisa, ele se recusa a reconhecer qualquer oposição como legítima. A lógica populista também implica em quem não o apoia ser classificada como “uma parte inapropriada do povo” – sempre definido como justo e moralmente puro. Para o populista, “o povo” é apenas seus seguidores na rede social, os demais são inimigos dissidentes.

O populista representa um perigo para a democracia. Porque ela requer o pluralismo e o reconhecimento de precisarmos encontrar termos justos de vida juntos como cidadãos livres, iguais, mas também irredutivelmente diversos. A ideia do povo único, homogêneo e autêntico é uma fantasia populista.

A governança populista faz seguidas tentativas de sequestrar o aparato estatal, busca o “clientelismo em massa”, trocando benefícios materiais ou favores burocráticos para apoio político de tecnocratas oportunistas, tornados “clientes” populistas, e esforços sistemáticos para suprimir a sociedade civil organizada. Populista justifica sua conduta alegando, individualmente, representar o povo. Isso explica porque as revelações de despreparo raramente parece afetar o líder populista. Aos olhos de seus seguidores, “ele está fazendo isso por nós”, as pessoas autênticas. É tipo “rouba, mas faz”.

A oposição não pode cometer o erro de subestimar o populista, deixando de enxergar a esperteza política sob seus factoides. Esse desdém pela figura de proa do populismo vem acompanhado de uma arrogante depreciação de seus partidários. No entanto, todos teremos de compartilhar a Nação enquanto vivermos no mesmo território. Não se deve o subestimar e nem depreciar essas pessoas eleitoras do populista de direita.

Os opositores ao déspota eleito não podem deixar de atuar unidos. Aflitos e apavorados, os adversários do populista começam a fazer “o jogo político da pureza ideológica”, impondo testes a seus potenciais parceiros e, mais equivocado ainda, recusando-se a aceitar em suas fileiras os antigos aliados do populista dispostos a lhe dar as costas.

Os oponentes do estropício deixam de planejar e divulgar uma perspectiva positiva para um país melhor. Em vez de tentar convencer seus potenciais eleitores de eles poderem oferecer benefícios tangíveis, concentram-se apenas nas falhas gritantes de seu inimigo.

Mas a maioria dos partidários do “elenão” tem plena consciência de seu líder mentir, disseminar mensagens de ódio e não passar de um bronco. Convencidos de os políticos tradicionais nada terem a lhes oferecer, é precisamente essa postura antissistema [anti-establishment] o atraente nele. Sempre existe a chance, pensam, dele realizar uma fração de suas promessas irreais. Pelo menos, ele vai poupá-los da hipocrisia envaidecida da velha-guarda.

Os raivosos desqualificados pelo mercado de trabalho exigente de preparação mais adequada à atual revolução tecnológica se tornam anti-establishment e apoiam esse suposto contestador do sistema dominado por elites.

O vencedor não leva tudo, por Fernando Nogueira da Costa

O vencedor não leva tudo publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com



“Coddling” significa “tratar de uma maneira indulgente ou superprotetora”

Greg Lukianoff e Jonathan Haidt, coautores de “A Superproteção da Mente Americana” [“The Coddling of the American Mind”], dizem: sempre fomos ambivalentes sobre a palavra “mimado”. Não gostam da implicação de as crianças de hoje serem mimadas, não só mimadas como também preguiçosas, porque isso não é exato.

Os jovens de hoje – no mínimo, aqueles competidores por vagas em faculdades de excelência muito seletivas – estão sob enorme pressão para se realizar academicamente e construir uma longa lista de realizações extracurriculares. Somente os trabalhadores qualificados com apropriação de “capital humano” – capacidade pessoal de ganho – acharão ocupações no futuro de Inteligência Artificial e revolução tecnológica com automação robótica.

Enquanto isso, todos os adolescentes enfrentam novas formas de assédio, insultos e competição social das mídias sociais. Suas perspectivas econômicas são incertas em uma economia sendo remodelada pela globalização, automação e inteligência artificial. É caracterizada pela estagnação salarial para a maioria dos trabalhadores. Então, a maioria das crianças não têm, desde logo, infância fácil e nem mimada.

Mas, como mostrará neste livro, os adultos estão fazendo muito mais nos dias de hoje para proteger as crianças, e seu sentimento carinhoso excessivo pode estar tendo alguns efeitos negativos. As definições de dicionário de “coddle” enfatizam essa superproteção. Por exemplo, “tratar com cuidado extremo ou excessivo ou gentileza”.

A falha está nos adultos e nas práticas institucionais, daí o subtítulo: “como boas intenções e más ideias estão configurando uma geração para o fracasso”. É exatamente sobre isso o objeto desse livro. Mostrará como a superproteção bem-intencionada – das proibições do amendoim no ensino fundamental até códigos de discurso “politicamente correto” nos campi universitários – pode acabar fazendo mais mal em vez de bem.

Mas a superproteção é apenas uma parte de uma tendência maior chamada de “problemas de progresso”. Este termo refere-se a consequências ruins produzidas por boas mudanças sociais.

Por um lado, é ótimo o sistema econômico produzir uma abundância de alimentos a preços baixos, mas, por outro lado, é uma epidemia de obesidade.

É ótimo podermos nos conectar e nos comunicar com as pessoas, instantaneamente e de graça, mas essa hiperconexão pode estar prejudicando a saúde mental dos jovens.

É ótimo termos refrigeradores, antidepressivos, ar condicionado, água corrente quente e fria, e nossa capacidade de escapar da maioria das dificuldades físicas incorporadas ao cotidiano de nossos ancestrais, desde a aurora de nossa espécie. Conforto e segurança física são benefícios para a humanidade, mas também trazem alguns custos.

Nós nos adaptamos às nossas circunstâncias novas e melhoradas e, em seguida, diminuímos o padrão para o que consideramos como níveis intoleráveis ​​de desconforto e risco. Pelos padrões de nossos bisavôs, quase todos nós somos mimados. Cada geração tende a ver a seguinte como fraca, chorosa e carente de resiliência. As gerações mais velhas podem ter razão, embora essas mudanças geracionais reflitam um progresso real e positivo.

Repetindo, Greg Lukianoff e Jonathan Haidt não estão dizendo os problemas enfrentados pelos estudantes e pelos jovens, em geral, serem menores – ou “tudo estar em suas mentes”. Estão dizendo: o que as pessoas escolhem fazer com suas cabeças determinará como esses problemas reais as afetam.

O argumento dos coautores é, em última instância, pragmático, não moralista: seja qual for sua identidade, histórico ou ideologia política, você será mais feliz, mais saudável, mais forte e mais propenso a alcançar seus próprios objetivos se fizer o oposto do aconselhado pelo atual lugar-comum superprotetor. Isso significa:

  1. buscar desafios (em vez de eliminar ou evitar tudo “o que não é seguro”),
  2. libertar-se de distorções cognitivas (em vez de confiar sempre em seus sentimentos iniciais),
  3. ter uma visão generosa de outras pessoas, e procurar nuances, em lugar de assumir o pior sobre as pessoas, dentro de uma moralidade simplista de “nós contra eles”.

A história contada por Greg Lukianoff e Jonathan Haidt não é simples e, embora existam alguns heróis, não há vilões claros. O conto é, antes, uma história de detetive de Ciências Sociais na qual o “crime” foi cometido por uma confluência de tendências e forças sociais. Eventos surpreendentes começaram a acontecer nos campi universitários norte-americanos por volta de 2013 e 2014, e eles se tornaram mais estranhos e mais frequentes entre 2015 e 2017.

Na Parte I do livro, eles preparam o cenário. Fornecem as ferramentas intelectuais para o leitor compreender a nova cultura de “segurança”. Ela varreu muitos campi universitários desde 2013.

Essas ferramentas incluem aprender a reconhecer as três Grandes Inverdades. Ao longo do caminho, explicarão alguns dos principais conceitos da terapia cognitivo-comportamental e mostrarão como a TCC melhora as habilidades de pensamento crítico e, ao mesmo tempo, contrabalança os efeitos das Grandes Inverdades.

Na parte II, mostrarão as Grandes Inverdades em ação. Examinarão os apupos, a intimidação e a violência ocasional capazes de dificultarem o trabalho das universidades em suas missões centrais de educação e pesquisa. Explorarão a ideia recentemente popular de a fala ser uma violência. Mostrarão por que pensar dessa maneira é ruim para a saúde mental dos alunos. Eles explorarão a sociologia das “caças às bruxas” e os pânicos morais, incluindo as condições propícias a uma faculdade cair no caos.

Na Parte III, tentarão resolver o mistério. Por que as coisas mudaram tão rapidamente em muitos campi entre 2013 e 2017? Identificaram seis tópicos explicativos:

  1. a crescente polarização política e a animosidade entre o Partido Democrata (liberal de esquerda) e o Partido Republicano (conservador), na política dos Estados Unidos, teve a capacidade de levar ao aumento de crimes de ódio e assédio no campus;
  2. os níveis crescentes de ansiedade adolescente e depressão tornaram muitos estudantes mais desejosos de proteção e mais receptivos às Grandes Inverdades;
  3. as mudanças nas práticas parentais amplificaram os medos das crianças, mesmo quando a infância se torna cada vez mais segura;
  4. a perda de brincadeiras livres e os riscos não supervisionados, ambos levam se tornar os adultos autogovernados;
  5. o crescimento da burocracia do campus e a expansão de sua missão de proteção; e
  6. uma paixão crescente por justiça, combinada com ideias mutáveis ​​sobre o que a justiça exige.

Essas seis tendências não influenciaram todos igualmente, mas todas começaram a se cruzar e interagir nos campi universitários nos Estados Unidos nos últimos anos.

Finalmente, na Parte IV, os coautores oferecem conselhos. Sugerem ações específicas capazes de ajudarem pais e professores a criarem crianças mais sábias, mais fortes e independentes. Sugerem maneiras pelas quais professores, administradores e estudantes universitários possam melhorar suas universidades e adaptá-las para a vida em nossa época de revolução tecnológica, uma transição histórica com muito desemprego tecnológico de pessoas desqualificadas em termos digitais.

Em 2014, Greg Lukianoff e Jonathan Haidt partiram para entender o que estava acontecendo nos campi universitários dos EUA, mas a história contada neste livro vai muito mais disso. É a história do nosso tempo estranho e inquietante, quando muitas instituições estão funcionando mal, a confiança está diminuindo e uma nova geração – a seguinte aos Millennials – está apenas começando a se formar na faculdade e a ingressar na força de trabalho.

Essa história, narrada no livro “A Superproteção da Mente Americana”, termina em uma nota esperançosa. Os problemas descritos podem ser temporários. Os coautores acreditam eles serem consertáveis. “O arco da História se inclina para o progresso, na maioria das medidas de saúde, prosperidade e liberdade, mas se pudermos entender os seis fios explicativos e nos libertarmos das três Grandes Inverdades, ele poderá se curvar um pouco mais rápido”.

“Coddling” significa “tratar de uma maneira indulgente ou superprotetora” publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com



Desafios Globais exigem Soluções Globais

Yuval Noah Harari, no livro “21 lições para o século 21” (São Paulo: Companhia das Letras; 2017), começa analisar os desafios globais contemporâneos com a nêmese íntima do gênero humano: a guerra nuclear.

Especialistas e leigos temiam o gênero humano não ter a sabedoria para evitar a destruição. Era apenas questão de tempo para a Guerra Fria ferver. Na verdade, o gênero humano provou-se à altura do desafio nuclear. Americanos, soviéticos, europeus e chineses mudaram o modo com que a geopolítica fora conduzida durante milênios.

Assim, a Guerra Fria terminou com pouco derramamento de sangue. Uma nova ordem mundial internacionalista fomentou uma era de paz sem precedente. Não só se evitou a guerra nuclear, como diminuíram as guerras de todos os tipos.

Desde 1945, surpreendentemente, poucas fronteiras foram redesenhadas mediante agressão direta, e a maior parte dos países cessou de usar a guerra como instrumento político padrão. Em 2016, apesar da guerra na Síria, na Ucrânia e vários outros focos de tensão, menos pessoas morreram devido à violência humana do que a obesidade, acidentes de carro ou suicídio. Essa talvez seja a maior realização política e moral de nossos de nossos tempos.

Infelizmente, estamos tão acostumados a essa conquista que a tomamos como certa e garantida. É por isso, em parte, que há quem se permita brincar com fogo. A Rússia e os Estados Unidos embarcaram recentemente em uma nova corrida nuclear, desenvolvendo novas máquinas do juízo final que ameaçam desfazer tudo o que se ganhou a duras penas nas últimas décadas e nos levar de volta à beira da aniquilação nuclear. Enquanto isso o público aprendeu a parar de se preocupar e de amar a bomba (como sugeriu o dr. Fantástico), ou simplesmente esqueceu que ela existia.

Assim, o debate do Brexit na Inglaterra — uma importante potência nuclear — girou principalmente em torno de questões de economia e imigração, enquanto a contribuição vital da União Europeia para a paz europeia e global foi amplamente ignorada. Após séculos de terríveis carnificinas, franceses, alemães, italianos e britânicos finalmente construíram um mecanismo capaz de garantir a harmonia continental — até pouco mais da metade do público inglês sabotar essa máquina milagrosa.

Foi extremamente difícil construir o regime internacional que impediu uma guerra nuclear e salvaguardou a paz no mundo. Não há dúvida de que precisamos adaptar esse regime às novas condições globais, por exemplo, apoiando-nos menos “nos Estados Unidos e atribuindo um papel maior a potências não ocidentais, como China e Índia.

No entanto, abandonar totalmente esse regime e reverter para uma política nacionalista de poder seria uma aposta irresponsável. No século XIX, os países jogaram o jogo nacionalista sem destruir a civilização humana. Mas isso foi na era pré-Hiroshima. Desde então, as armas nucleares elevaram as apostas e mudaram a natureza fundamental da guerra e da política.

Enquanto os humanos souberem como enriquecer urânio e plutônio, sua sobrevivência depende de saberem dar preferência à prevenção de uma guerra nuclear em detrimento dos interesses de qualquer nação em particular. Nacionalistas fervorosos que gritam “Nosso país em primeiro lugar!” deveriam se perguntar se seu país é capaz de sozinho, sem um robusto sistema de cooperação internacional, proteger o mundo — ou a si mesmo — da destruição nuclear.

Além da guerra nuclear, nas próximas décadas o gênero humano vai enfrentar uma nova ameaça existencial: o colapso ecológico. Os humanos estão desestabilizando a biosfera global em múltiplas frentes. Estamos extraindo cada vez mais recursos do meio ambiente, e despejando nele quantidades enormes de lixo e veneno, mudando a composição do solo, da água e da atmosfera.

Não temos sequer ideia das dezenas de milhares de maneiras com que rompemos o delicado equilíbrio ecológico configurado ao longo de milhões de anos. A ameaça maior é a mudança climática.

Os humanos existem há centenas de milhares de anos, e sobreviveram a inúmeras idades do gelo e ondas de calor. No entanto, a agricultura, as cidades e as sociedades complexas existem há menos de 10 mil anos. Durante esse período, conhecido como Holoceno, o clima da Terra tem sido relativamente estável. Qualquer desvio dos padrões do Holoceno apresentará às sociedades humanas desafios enormes com os quais nunca se depararam.

Ao contrário de uma guerra nuclear — que é um futuro potencial —, a mudança climática é uma realidade presente. Existe um consenso científico de que atividades humanas, particularmente a emissão de gases de efeito estufa como o dióxido de carbono, estão fazendo o clima da terra mudar num ritmo assustador.

Ninguém sabe exatamente quanto dióxido de carbono podemos continuar lançando na atmosfera sem desencadear um cataclismo irreversível. Mas nossas melhores estimativas científicas indicam que a menos que cortemos dramaticamente a emissão de gases de efeito estufa nos próximos vinte anos, a temperatura média global se elevará em 2oC.

Essa elevação da temperatura resultará na expansão de desertos, no desaparecimento de calotas de gelo, na elevação dos oceanos e em maior recorrência de eventos climáticos extremos, como furacões e tufões. Essas mudanças, por sua vez, vão desmantelar a produção agrícola, inundar cidades, tornar grande parte do mundo inabitável e despachar centenas de milhões de refugiados em busca de novos lares.

Além disso, estamos nos aproximando rapidamente de um certo número de pontos de inflexão além dos quais mesmo uma queda dramática na emissão de gases de efeito estufa não será suficiente para reverter essa tendência e evitar uma tragédia de abrangência mundial.

Onde se encaixa o nacionalismo neste quadro alarmante? Haverá uma resposta nacionalista à ameaça ecológica? Alguma nação, mesmo que poderosa, será capaz de sozinha fazer parar o aquecimento global?

Países podem, individualmente, adotar uma variedade de políticas ambientais, muitas das quais fazem sentido econômico e ambiental. Governos podem taxar emissões de carbono, adicionar custos de externalidades ao preço do petróleo e do gás, adotar regulamentos ambientais mais rigorosos, cortar subsídios de indústrias poluentes e incentivar a mudança para energia renovável.

Podem também investir mais dinheiro na pesquisa e no desenvolvimento de tecnologias revolucionárias ecologicamente corretas. Deve-se ao motor de combustão interna muito dos avanços dos últimos 150 anos, mas, se quisermos manter um meio ambiente física e economicamente estável, ele tem de ser aposentado e substituído por novas tecnologias que não dependem da queima de combustíveis fósseis.10

“O isolacionismo nacionalista talvez seja mais perigoso no contexto de mudança climática do que no contexto de uma guerra nuclear. Uma guerra nuclear em escala mundial ameaçaria destruir todas a nações, e assim todas as nações têm interesse em evitá-la. O aquecimento global, em contraste, provavelmente terá impacto diferente em diferentes nações.”

Não é coincidência o ceticismo quanto à mudança climática tender a ser exclusivo da direita nacionalista. Raramente veem-se socialistas ou a esquerda proclamar que “a mudança climática é um embuste chinês”. Como não existe uma resposta nacional ao problema do aquecimento global, alguns políticos nacionalistas preferem acreditar que o problema não existe.

É provável que a mesma dinâmica estrague qualquer antídoto nacionalista à terceira ameaça existencial do século XXI: a disrupção tecnológica. A fusão da tecnologia da informação com a biotecnologia abre a porta para uma cornucópia de cenários apocalípticos. Eles vão desde ditaduras digitais até a criação de uma classe global de inúteis. Qual é a resposta nacionalista a essas ameaças?

Não existe uma resposta nacionalista. Como no caso da mudança climática, também no da disrupção tecnológica o Estado-nação é simplesmente o contexto errado para enfrentar a ameaça.

Uma vez que pesquisa e desenvolvimento não são monopólio de nenhum país, nem mesmo uma superpotência como os Estados Unidos pode restringi-los a si mesma. Se o governo dos Estados Unidos proibir que se faça engenharia genética em embriões humanos, isso não impedirá que cientistas chineses a façam. E se os desenvolvimentos daí resultantes conferirem à China alguma vantagem econômica ou militar importante, os Estados Unidos ficarão tentados a abolir sua própria proibição.

Especialmente em um mundo xenofóbico onde um devora o outro, se um único país optar por seguir um caminho tecnológico de alto ganho e alto risco, outros países serão obrigados a fazer o mesmo, porque ninguém pode se dar ao luxo de ficar para trás. Para evitar uma corrida ao fundo do poço, o gênero humano provavelmente vai precisar de algum tipo de identidade e lealdade global.

Além disso, enquanto a guerra nuclear e a mudança climática ameaçam apenas a sobrevivência física do gênero humano, tecnologias disruptivas podem mudar a própria natureza da humanidade. Elas estão entrelaçadas com as mais profundas crenças éticas e religiosas humanas.

Enquanto todos concordam que devíamos evitar a guerra nuclear e o colapso ecológico, as pessoas têm opiniões muito diferentes quanto ao uso da bioengenharia e da IA para aprimorar os humanos e criar novas formas de vida. Se o gênero humano não conseguir conceber e administrar diretrizes éticas globalmente aceitas, estará aberta a temporada para algo incontrolável.

Quando se trata de formular essas diretrizes éticas, acima de tudo é o nacionalismo que sofre de um fracasso da imaginação. O nacionalismo pensa em termos de conflitos territoriais que duram séculos, enquanto as revoluções tecnológicas do século XXI deveriam ser compreendidas em termos cósmicos.

Depois de 4 bilhões de anos de vida orgânica evoluindo por seleção natural, a ciência está nos levando à era da vida inorgânica configurada por design inteligente. Neste processo, o Homo sapiens provavelmente desaparecerá.

Ainda somos macacos da família dos hominídeos. Ainda compartilhamos com neandertais e chimpanzés a maior parte de nossas estruturas corporais, habilidades físicas e faculdades mentais. Não só nossas mãos, olhos e cérebro são distintamente hominídeos como também nosso amor, nossa paixão, nossa raiva e nossos vínculos sociais.

Dentro de um ou dois séculos, a combinação de biotecnologia e IA poderá resultar em traços corporais, físicos e mentais que se libertem completamente do molde hominídeo. A consciência poderia até mesmo ser dissociada de toda estrutura orgânica, e surfar pelo ciberespaço livre de todas as restrições biológicas e físicas.

Poderíamos testemunhar a total dissociação de inteligência e consciência. O desenvolvimento da IA poderia resultar em um mundo dominado por entidades superinteligentes, mas totalmente não conscientes.

O que tem o nacionalismo israelense, russo ou francês a dizer sobre isso? Para poder fazer escolhas sensatas quanto ao futuro da vida, precisamos ir bem além do ponto de vista nacionalista e olhar para as coisas de uma perspectiva global, ou até mesmo cósmica.

Cada um desses três problemas — guerra nuclear, colapso ecológico e disrupção tecnológica — é suficiente para ameaçar o futuro da civilização. Mas, tomados em conjunto, eles se somam a uma crise existencial sem precedente, em especial porque provavelmente irão se reforçar e recompor mutuamente.

Se a crise ecológica ameaçar a sobrevivência da civilização humana como a conhecemos, é improvável ela deter o desenvolvimento da IA e da bioengenharia. Se você está contando com a elevação dos oceanos, a constante diminuição no suprimento de alimentos e as migrações em massa para desviar nossa atenção dos algoritmos e dos genes, pense novamente. Enquanto a crise ecológica se aprofunda, o desenvolvimento de tecnologias de alto risco e alto ganho provavelmente só vai acelerar.

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Peugeot promete: “cliente não satisfeito com o serviço, não paga”

Peugeot promete: "cliente não satisfeito com o serviço, não paga"

A Peugeot continua com esforço em mudar a imagem ruim que obteve no mercado brasileiro. Peças caras e pós-venda deficiente são alguns dos argumentos que levaram a marca francesa para as piores colocações na opinião dos consumidores. Porém, a empresa quer virar o jogo e a estratégia agora é focar prioritariamente nos serviços.

De acordo com a Peugeot, “cliente que não estiver satisfeito com o serviço, não paga pela mão de obra”. A empresa – com planos de ampliar a rede integrada com a Citroën – elenca este novo compromisso aos outros um dos 10 já estabelecidos pela marca com o cliente no pós-venda, numa campanha que a montadora chama de “Peugeot Total Care“.

O compromisso em não cobrar a mão de obra do cliente que não se sente satisfeito com o serviço é novo, mas não é o único que isenta o cliente de pagar pelo serviço.

Peugeot promete: "cliente não satisfeito com o serviço, não paga"

No Total Care, estabilizado em 2015, o primeiro ponto é o do prazo de entrega do veículo de 24h em revisão agendada. Se o carro não for entregue, o cliente não paga. Da mesma forma, o segundo compromisso paga a diferença de orçamento contratado, se houver.

A Peugeot tem a estratégia comercial chamada “Virada Brasil” como ponto de mudança para sua atuação no país. Assim, a chamada para o não pagamento em caso de insatisfação, surge no momento em que a PSA tem plano de dobrar de tamanho no Brasil, alcançando uma rede unificada de 364 lojas em todo o território nacional.

Assim, um pós-venda de qualidade é imprescindível para se elevar as vendas no mercado nacional. O grupo francês quer 5% de market share em 2023, ante os atuais 2,9%. Em pesquisa recente, a Peugeot já aparece em segunda posição – ao lado da Honda – na satisfação dos clientes com o pós-venda. Apenas a Hyundai está no topo, enquanto a irmã Citroën ficou na décima posição.

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Comissão aprova isenção de IOF para financiamento de clientes PCD

Comissão aprova isenção de IOF para financiamento de clientes PCD

A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou o projeto de lei 1247/2019 da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) que isenta de IOF os planos de financiamento de veículo para pessoas portadoras de deficiência ou seus representantes legais. De acordo com o texto do PL, a ideia é igualar os benefícios conquistados por estes consumidores através do IPI.

No caso do imposto sobre produto industrializado, a Lei 8.989/95 concede isenção de IPI para portadores de deficiência física e mental (severa ou profunda), bem como autistas. Isso é válido para aquisição de carros nacionais de quatro portas com motorização a álcool ou flex, além de motorização até 2.0 litros.

Mara Gabrilli disse: “Uma vez que já há previsão de renúncia fiscal de IOF para financiamentos de veículos para pessoas com deficiência física, trata-se de mera extensão aos demais, como medida de isonomia fiscal”. O relator da comissão, o senador Romário (Pode-RJ) expressou apoio ao PL: “menos pode ser mais, bastando falar em pessoas com deficiência, sem qualificar a peculiaridade da pessoa.”

Comissão aprova isenção de IOF para financiamento de clientes PCD

Para virar lei, o projeto de lei precisa ainda passar pela Comissão de Assuntos Econômicos para então ir ao plenário da Câmara Federal para votação e posterior envio para sanção presidencial. Atualmente, as regras para obtenção de isenção plena dos impostos que são atribuídos ao incentivo fiscal ocorre para compra de veículos até R$ 70.000.

Até essa faixa, o veículo nas condições previstas em lei, recebe isenção total de IPI, IPVA, IOF e ICMS. Porém, acima dessa faixa, apenas IPI é concedido aos que requisitam o benefício como consumidor PCD ou representante do mesmo. Dessa forma, mesmo além do limite, os descontos podem chegar a 25%.

Outra regra imposta os clientes PCD é o tempo de transferência do carro, que anteriormente era de dois anos, mas que recentemente foi alterada pelo Confaz (Conselho Nacional de Fazenda) para quatro anos.

[Fonte: Agência Estado]

 

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Hyundai Venue aparece em versão de acesso na Índia

Hyundai Venue aparece em versão de acesso na Índia

Nova sensação da Hyundai, o crossover Venue atuará em diferentes mercados para buscar mais clientes para o fabricante sul-coreano. Embora os EUA tenham eclipsado o lançamento do produto, serão os mercados emergentes seus principais consumidores. Na Índia, o produto é aguardado com expectativa, pois, atuará numa faixa de preço com bom incentivo fiscal.

Neste flagrante, o Hyundai Venue indiano aparece em uma versão de acesso, bem simples, indicando que o produto deverá atuar numa faixa mais aberta de preços. Nesta configuração, o crossover aparece sem vários itens. A redução de custo tirou luzes diurnas em LED e faróis de LED, substituídos por lâmpadas comuns nos dois casos.

Hyundai Venue aparece em versão de acesso na Índia

O mesmo provavelmente acontece com as lanternas. Rodas de aço com calotas e ausência até de limpador de para-brisa, denotam que o produto será bem limpo em conteúdo para atingir as massas na Índia. Aqui não é muito diferente, embora não apele tanto quanto lá. Ainda assim, estranhamente, o Venue do flagra porta barras longitudinais no teto e antena.

Por lá, o Hyundai Venue terá uma gama de motores um tanto rica em comparação com a versão americana, que só contará com o Gamma 1.6 atualizado e câmbio CVT. Na Índia, o crossover terá motor Kappa 1.4 de 83 cavalos e 11,7 kgfm, além de 1.0 T-GDi com 120 cavalos e 17,5 kgfm.

Hyundai Venue aparece em versão de acesso na Índia

Com diesel, o propulsor CRDi 1.4 oferece 90 cavalos e 22,6 kgfm. CVT? Nada… Câmbio de dupla embreagem com sete marchas para todas as opções de motor. O câmbio manual terá seis marchas. Por ora, o Hyundai Venue será produzido na Índia e na Coreia do Sul, mas a repercussão do modelo o capacita a atuar em outras regiões, especialmente onde as vendas desse segmento estão em alta.

Se a nova geração do Creta, baseada no ix25, ostentar uma posição mais elevada que a atual, especialmente em relação ao acabamento do protótipo chinês, o Venue poderá surfar em faixa de preço mais baixa sem o temor de ser eclipsado pelo irmão maior, empurrando-o para cima.

[Fonte: Gaadi Waadi]

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