quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Versa 2018: detalhes, versões, preços, consumo, motor, ficha técnica

Versa 2018: detalhes, versões, preços, consumo, motor, ficha técnica

O Versa 2018 é o segundo ano/modelo da atualização do sedã compacto no Brasil, após a nacionalização do produto. Fabricado em Resende-RJ, este carro de três volumes da Nissan teve como destaque a versão Unique, mais completa.

Esta versão Unique tinha alguns diferenciais e fora lançada em 2016. O Versa tinha ainda outras versões disponíveis, indo desde uma básica de acesso, passando pelas opções S, SV e SL, além da topo de linha, já mencionada.

Projetado sobre a plataforma V da Nissan, o Versa é um sedã compacto derivado do Nissan March – que já saiu de linha no Brasil – tendo uma carroceria mais alongada por causa do entre-eixos maior.

Medindo 4,49 m de comprimento e 2,60 m de entre eixos, o Nissan Versa é compacto bem longo, que chama atenção pelo bom espaço interno e porta-malas condizente, embora este não seja uma referência no segmento.

Seu projeto de design ainda contemplou um teto curvado sobre uma traseira longa, que lembrava um cupê nas primeiras descrições do produto, mas que logo se mostraram ser bem tradicionais.

Inicialmente fabricado no México, o Nissan Versa substituiu aqui o Nissan Tiida Sedan, mas logo mostrou que tinha potencial para ser nacional. Nacionalizado, ganhou atualização visual de gosto duvidoso, apresentando uma frente desequilibrada.

O Versa 2018 manteve esses traços, que permanecem hoje, porém, não mais com seu nome original e sim chamado V-Drive. O motivo é a chegada nova geração, que chegará do México e se posicionará mais acima.

O novo produto é feito sobre a plataforma V, porém, com algumas modificações, experimentando elementos já vistos no Kicks. Assim, o Novo Versa se mantém em 4,49 m de comprimento, mas com 2,62 m de entre eixos.

Mais largo, como o Kicks, o Novo Versa poderia suplantar o V-Drive no Brasil, contudo, o mercado busca mais SUVs que sedãs e mesmo hatch, daí a saída do March. Após o fim de vida do sedã antigo, o Nissan Magnite deve assumir o lugar.

Quanto ao Versa 2018, ele existiu numa época ainda sem ameaça de sair de cena. Tinha uma gama extensa de versões e dois motores, sendo esses da família HR da Nissan, sendo um 1.0 12V de 77 cavalos e um 1.6 16V com 111 cavalos.

A Nissan tem como característica oferecer a mesma potência e torque com os dois combustíveis, mas empregando injeção eletrônica multiponto e sistema de partida a frio usando tanquinho de gasolina para ignição em baixa temperatura.

Um bom acréscimo para o Versa foi o câmbio automático X-Tronic CVT, que ganhou simulação de marchas, num total de seis, visto que o Kicks e o Nissan Sentra não as tem.

Isso garantiu ao Versa 2018 mais conforto ao dirigir e também uma eficiência energética melhor. Com suspensão dianteira McPherson e eixo de torção na traseira, o sedã tem uma construção leve e reforçada em segurança.

Com airbag duplo e freios ABS, pecou apenas por não dispor de controles de tração e estabilidade, assim como assistente de partida em rampa, este último nem existente no Sentra, porém, é parte do Nissan Kicks.

Em conteúdo, o Nissan Versa dessa época chegou a ter bancos em couro, ar condicionado automático e multimídia Multi-Apps, que trazia diversos aplicativos do Google e jogos, dentro da plataforma, possibilidade até navegar pela internet.

Aplicativos como Waze e Google Maps podiam ser usados a partir desse ambiente, que era baseado no sistema Android OS, tornando a integração com dispositivos do sistema do Google muito mais fácil.

Versa 2018 – detalhes

Versa 2018: detalhes, versões, preços, consumo, motor, ficha técnica

O Versa 2018 tem uma frente curvada e dotada de faróis bem grandes, mas de parábola única. Trazia ainda piscas integrados e lanternas, mas sem luzes diurnas em LED.

A grade V-Motion tinha detalhes cromados e frisos pretos horizontais. O para-choque tinha um formato que se harmonizava com essa grade, tendo abertura inferior simples e molduras laterais pretas com faróis de neblina e cromados.

As rodas de liga leve eram de aro 15 polegadas com pneus 185/65 R15 ou aro 16 polegadas, que no caso tinham acabamento preto e diamantado, trazendo pneus 195/55 R16.

As maçanetas eram cromadas apenas nas versões SL e Unique, com as demais na cor do carro. Os retrovisores podiam ter repetidores de direção e até basculação elétrica, dependendo da versão.

Trazia ainda protetores nas portas e, atrás, lanternas em forma de esquadro que avançavam sobre as laterais. Nas versões mais caras, vinha ainda com defletor de ar na cor do carro e sobre o porta-malas, assim como barra cromada sobre a placa.

A tampa não tinha detalhes além da nomenclatura do modelo, enquanto a base do protetor tinha acabamento preto e escape cromado nas versões SL e Unique.

Por dentro, o acabamento era apenas suficiente, derrapando em alguns detalhes. O painel era igual ao do March, tendo como destaque o cluster analógico com mostradores de boa visibilidade.

Estes continham velocímetro, conta-giros, nível de combustível e temperatura da água, além de computador de bordo. O volante tinha detalhes prateados e comandos de mídia e telefonia, além de ajuste em altura e profundidade.

Ao centro, o painel tinha um console em preto brilhante, onde ficava os difusores de ar centrais, que eram quadrados, enquanto os laterais eram circulares. Fruto de uma atualização visual.

A multimídia Multi-Apps se destacava com sua tela colorida de 6,2 polegadas e diversos itens, como Google Maps, Waze, Spotify, YouTube, Deezer, Skype, TripAdvisor, TuneIn Radio, entre outros.

Trazia também entrada USB, auxiliar e Bluetooth, além de câmera de ré. O ar condicionado era digital e automático, tendo design circular com display digital de cor laranja ao centro.

Mais abaixo, porta-copos em boa disposição no túnel, além de alavanca de câmbio com pomo prateado ou, no caso do X-Tronic CVT, um seletor de mudanças sem escada e base prateada. Um botão destravava a alavanca.

O outro era para uma função chamada OverDriver Off, presente no Sentra. Isso permitia elevar a rotação em 1.500 rpm, garantindo boas respostas ao acelerador.

O freio de estacionamento era manual e o assento do motorista tinha regulagem de altura. O banco traseiro era bipartido com apoios de cabeça e cintos de 3 pontos, incluindo ainda Isofix.

Atrás, o espaço para pernas é excelente, mas o acabametno geral é bem simples. Sem surpresas, o habitáculo do Nissan Versa 2018 não era exatamente confortável, mas tinha o espaço como aliado.

O vidro traseiro tinha desembaçador, enquanto o porta-malas vinha com forração em carpete, tendo ainda iluminação e abertura interna, assim como do tanque de combustível. Com 460 litros, ficava abaixo de Renault Logan, por exemplo.

Versa 2018 – versões

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  • Nissan Versa 1.0
  • Nissan Versa 1.0 S
  • Nissan Versa 1.6 S
  • Nissan Versa 1.6 SV
  • Nissan Versa 1.6 SV CVT
  • Nissan Versa 1.6 SL
  • Nissan Versa 1.6 SL CVT
  • Nissan Versa 1.6 Unique CVT

Equipamentos

Versa 2018: detalhes, versões, preços, consumo, motor, ficha técnica

Nissan Versa 1.0 – Motor 1.0 com ar condicionado, direção elétrica, ajuste da coluna de direção em altura, cluster com conta-giros, vidro traseiro térmico, para-brisa degradê, vidros climatizados, vidros traseiros manuais, vidros dianteiros elétricos, travamento central elétrico, retrovisores externos com controle interno, banco do motorista com ajuste em altura, preparação para som com quatro alto-falantes e antena, rodas de aço aro 15 polegadas com calotas, pneus 185/65 R15, bancos em tecido, cintos de 3 pontos para cinco passageiros, quatro apoios de cabeça, banco traseiro inteiriço e rebatível, abertura interna do bocal do tanque, luz interna temporatizada, espelhos nos para-sóis, retrovisor interno dia e noite, fonte 12V, para-choques na cor do carro, maçanetas e retrovisores pretos, moldura sobre a placa na cor do carro, entre outros. 

Nissan Versa 1.0 S -Itens acima, mais sistema de áudio 2din com CD player, USB, Bluetooth, bancos em camurça, cluster Fine Vision com computador de bordo, luzes de leitura, retrovisores e maçanetas na cor do carro, portas copos dianteiros e traseiros, e abertura interna do porta-malas. 

Nissan Versa 1.6 S – Itens acima, mais motor 1.6 litro. 

Nissan Versa 1.6 SV – Itens acima, mais volante multifuncional, multimídia Multi-Apps com tela de 5,8 polegadas, aplicativos dedicados, alavanca com detalhes prateados, vidros elétricos traseiros, retrovisores elétricos, Isofix, acabamento em tecido nas portas, alças de teto, acabamento da alavanca de freio de mão prateado, rodas de liga leve aro 15 polegadas, entre outros. 

Nissan Versa 1.6 SV CVT – Itens acima, mais transmissão automática CVT X-Tronic. 

Nissan Versa 1.6 SL – Itens da SV manual, mais rodas de liga leve aro 16 polegadas, pneus 195/55 R16, faróis de neblina, moldura cromada sobre a placa, frisos cromados nas janelas, maçanetas cromadas, sensor de estacionamento, retrovisores com repetidores de direção, acabamento com detalhes em preto brilhante, ar condicionado automático digital, volante em couro, bancos em couro, banco traseiro bipartido, manopla de câmbio em couro, câmera de ré e acabamento cromado no para-choque dianteiro. 

Nissan Versa 1.6 SL CVT – Itens acima, mais transmissão automática CVT X-Tronic com mudanças de marcha manual por paddel shifts e piloto automático. 

Nissan Versa 1.6 Unique CVT – Itens acima, mais acesso à internet e às redes sociais através da multimídia, portas com acabamento em couro, tapetes em carpete, navegador GPS, entr outros. 

Preços

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Os preços do Versa 2018 eram competitivos na ocasião, fazendo dele uma das opções mais interessantes da época, variando da faixa entre R$ 45.000 e R$ 67.000.

As versões se situavam bem nas faixas de preços, sendo as versões de acesso iam  até R$ 50.000, enquanto S e SV chegavam até R$ 60.000, deixando as demais acima disso.

  • Nissan Versa 1.0 – R$ 44.990
  • Nissan Versa 1.0 S – R$ 48.490
  • Nissan Versa 1.6 S – R$ 51.190
  • Nissan Versa 1.6 SV – R$ 53.690
  • Nissan Versa 1.6 SV CVT – R$ 58.490
  • Nissan Versa 1.6 SL – R$ 60.390
  • Nissan Versa 1.6 SL CVT – R$ 65.190
  • Nissan Versa 1.6 Unique CVT – R$ 66.790

Versa 2018 – motor

Versa 2018: detalhes, versões, preços, consumo, motor, ficha técnica

O Versa 2018 utilizou dois motores no Brasil. Ambos de origem Nissan, sendo eles da família HR. Ambos construídos em alumínio, eles são construídos em alumínio num complexo da fábrica de Resende-RJ.

Com três cilindros, o HR10DE tem 1.0 litro ou 999 cm3, tendo cabeçote com 4 válvulas por cilindro e duplo comando de válvulas variável, acionados por correia dentada.

Esse propulsor gerou uma variante para a Renault, com algumas modificações. Na Nissan, ele possui injeção eletrônica multiponto com tecnologia flex, que vem com tanquinho de combustível com gasolina para partida a frio com álcool.

Equipado com eixo de estabilização devido ao movimento irregular dos pistões, por ser de três cilindros, o HR10DE entrega 77 cavalos a 6.200 rpm e 10 kgfm a 4.000 rpm, ambos com gasolina ou etanol.

A Nissan não diferença potência e torque em seus motores flexíveis no Brasil, exceto no Sentra, que tem 140 cavalos na gasolina e 142 cavalos no etanol.

Com o motor 1.0, o Versa 2018 tem um desempenho bem abaixo do esperado, já que o motor poderia ter mais alguns cavalos para melhorar o desempenho. Apesar de serem mais baratas, as versões 1.0 não são as que mais vendem.

O propulsor só é oferecido com transmissão manual de cinco marchas com embreagem de acionamento hidráulico. Já o outro propulsor vem com câmbio CVT X-Tronic com simulação de seis velocidades, usando paddle shifts.

O HR16DE tem 1.598 cm3 e quatro cilindros, igualmente equipado com cabeçote de 4 válvulas por cilindro e duplo comando de válvulas variável, que permite um bom rendimento ao motor.

Esse motor tem 1.6 litro e também dispõe de injeção eletrônica multiponto com tecnologia flex e o mesmo tanquinho de gasolina. O motor oferece 111 cavalos a 5.600 rpm e 15,1 kgfm a 4.000 rpm, obtidos com gasolina e etanol.

Além do Versa 2018, o HR16DE é usado ainda no Kicks, mas com 114 cavalos e 15,5 kgfm. O motor fora usado no March 1.6, que saiu de linha no Brasil. Contudo, ele será mantido no Novo Versa, porém, com 118 cavalos e mais torque.

É um propulsor bom, confiável e econômico, contudo, é aspirado e exige regimes altos de rotação para um bom desempenho. O ideal seria o 1.0 DIG-T europeu, que entregaria a mesma potência, porém, com mais torque em baixa.

Desempenho

Versa 2018: detalhes, versões, preços, consumo, motor, ficha técnica

O desempenho do Nissan Versa 2018 é ruim com motor 1.0, fazendo de 0 a 100 km/h em altos 16 segundos, tendo máxima de 162 km/h. O problema é que o motor é fraco, tendo 77 cavalos para mover um carro grande, apesar de leve.

Já com motor 1.6,. o Versa vai bem, fazendo o mesmo tempo em pouco mais de 10 segundos e com máxima de quase 190 km/h. Com câmbio CVT, o tempo sobe um pouco, mas ainda abaixo de 12 segundos. A máxima chega a 187 km/h.

Como se trata de um motor 1.6 forte e num carro que é bastante leev para seu porte, ele consegue deslanchar muito bem, entregando um desempenho animador, por isso, as vendas sempre são maiores nessa motorização.

  • Nissan Versa 1.0 – 16 segundos e 162 km/h
  • Nissan Versa 1.6 – 10,3 segundos e 187 km/h
  • Nissan Versa 1.6 CVT – 11,6 segundos e 187 km/h

Consumo

Versa 2018: detalhes, versões, preços, consumo, motor, ficha técnica

Já o consumo do Nissan Versa 2018 vem com média de 8 a 9 km/l quando com etanol na cidade, fazendo ainda em torno de 10 km/l na estrada. Já com gasolina, o modelo é bem econômico, como geralmente são os carros japoneses.

Diferente do álcool, o derivado de petróleo é o combustível “nativo” da linha HR e a média fica em torno de 12 km/l na cidade e 14,5 km/l na estrada, chegando a passar de 15 km/l no 1.0.

Para quem procura um sedã realmente econômico, o Versa 2018 se apresenta como uma boa opção, ainda mais quando se usa somente gasolina.

  • Nissan Versa 1.0 – 8,8/10,5 km/l e 12,9/15,3 km/l
  • Nissan Versa 1.6 – 8,4/10,0 km/l e 12,6/14,4 km/l
  • Nissan Versa 1.6 CVT – 7,8/10,0 km/l e 11,6/14,1 km/l

Versa 2018 – manutenção e revisão

Versa 2018: detalhes, versões, preços, consumo, motor, ficha técnica

O plano de manutenção da Nissan compreende revisões a cada 10.000 km ou 12 meses, tendo o Versa 2018 um custo de manutenção até 60.000 km de R$ 2.675 para a versão 1.0 e R$ 2.854 para o 1.6, seja manual ou CVT.

No site da Nissan, o Versa tem preços de acordo com o ano/modelo do produto, diferente de outras marcas que listam por períodos não diferenciando a motorização, inclusive o fazem em relação aos motores, apenas.

Na rede Nissan, os serviços de revisão incluem substituição do óleo do motor, assim como do filtro de óleo, filtro de ar do motor, filtro de ar da cabine, velas, fluido de freio, correia em V, correia dentada, entre outros.

As concessionárias da marca japonesa ainda fazem inspeção de diversos itens como parte elétrica, mecânica, suspensão, direção, freio, portas, entre outros. Além, disso, fazem ainda a substiuição de itens de desgaste natural, mas de custo extra.

Entre eles pastilhas de freio, discos de freio, pivôs, bieletas, molas, amortecedores, lonas de freio, pneus, alinhamento, balanceamento, higienização oxi-sanitária do ar condicionado, higiniezação do habitáculo, lavagem, tratamento de couro.

Também fazem serviços de pintura e funilaria, assim como instalação de acessórios e outros. A rede Nissan é altamente treinada para lidar com todos os problemas previstos para os carros da marca, tais como recall, por exemplo.

Revisão 10.000 km 20.000 km 30.000 km 40.000 km 50.000 km 60.000 km Total
1.0 R$ 230,00 R$ 509,00 R$ 409,00 R$ 609,00 R$ 409,00 R$ 509,00 R$ 2.675,00
1.6 R$ 269,00 R$ 589,00 R$ 409,00 R$ 589,00 R$ 409,00 R$ 589,00 R$ 2.854,00

Versa 2018 – ficha técnica

Versa 2018: detalhes, versões, preços, consumo, motor, ficha técnica

Motor 1.0 1.6
Tipo
Número de cilindros 3 em linha 4 em linha
Cilindrada em cm3 999 1598
Válvulas 12 16
Taxa de compressão 11,2:1 10,7:1
Injeção eletrônica Indireta Flex Indireta Flex
Potência máxima 77 cv a 6.200 rpm (gasolina/etanol) 111 cv a 5.600 rpm (gasolina/etanol)
Torque máximo 10 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol) 15,1 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão
Tipo Manual de 5 marchas Manual de 5 marchas ou CVT
Tração
Tipo Dianteira Dianteira
Direção
Tipo Elétrica Elétrica
Freios
Tipo Discos dianteiros e tambores traseiros Discos dianteiros e traseiros
Suspensão
Dianteira McPherson McPherson
Traseira Eixo de torção Multilink
Rodas e Pneus
Rodas Aço ou liga leve aro 15 polegadas Aço ou liga leve aro 16 polegadas
Pneus 185/65 R15 195/55 R16
Dimensões
Comprimento (mm) 4.492 4.492
Largura (mm) 1.695 1.695
Altura (mm) 1.506 1.506
Entre eixos (mm) 2.600 2.600
Capacidades
Porta-malas (L) 460 460
Tanque de combustível (L) 41 41
Carga (Kg) ND ND
Peso em ordem de marcha (Kg) 1.056 1.075 (MT) 1.100 (CVT)
Coeficiente aerodinâmico (cx) ND ND

Versa 2018 – fotos

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Fiat 500 EV seguirá Strada CD antiga e terá uma terceira porta

Fiat 500 EV seguirá Strada CD antiga e terá uma terceira porta

O Fiat 500 EV em breve estará no mercado nacional, onde ainda não se sabe o preço, mas na Europa, ele é vendido a partir de € 34.900 o que dá em torno de R$ 230 mil atualmente, mas podemos esperar em torno de R$ 200 mil.

O motivo é que se trata de um carro de imagem para a Fiat e ela deve bancar parte do preço para ter a atenção do mercado, como outras marcas já fizeram e ainda fazem no Brasil.

Contudo, o Fiat 500 EV terá uma novidade que a marca já usou no Brasil há muito tempo, a bordo da Fiat Strada cabine dupla, uma terceira porta. É o que se comenta na Europa no momento, onde o pequenino elétrico da futura Stellantis facilitará o ingresso de dois ocupantes no banco traseiro.

Fiat 500 EV seguirá Strada CD antiga e terá uma terceira porta

Instalada do lado direito da diminuta carroceria, a terceira porta aumentará o peso do carrinho em 30 kg. Da mesma forma que no antiga Strada cabine dupla, o Fiat 500 EV não terá a coluna B, porém, deve manter a porta dianteira, com a terceira encaixando-se na estrutura e apoiando a entrada maior.

Dessa forma, o Fiat 500 elétrico seguirá o BMW i3, contudo, apenas de um dos lados da carroceria. Não se sabe se a mesma suportaria a ausência das duas colunas B, mas isso traria não só mais harmônia ao estilo do modelo retrô, como facilitaria no outro lado do banco traseiro.

Fiat 500 EV seguirá Strada CD antiga e terá uma terceira porta

O Fiat 500 com trÊs portas chega no começo de 2021, de acordo com o relatório vazado, assim como já existe até um nome cogitado: Fiat 500 Trepiùno. O nome “três em um” foi adotado pelo conceito da marca, apresentado em 2004 e que originou o Fiat 500 em 2007. O conceito, contudo, só tinha duas portas.

Com até 118 cavalos, o Fiat 500 elétrico tem autonomia de até 320 km no ciclo WLTP. Na Europa, ele é oferecido ainda numa versão mais fraca, com 95 cavalos e 185 km de alcance.

[Fonte: Auto News Europe]

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Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022

Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022

Os novos Dacia Logan e Sandero já foram devidamente apresentados na Europa, onde agora pretendem mexer com o segmento de carros compactos baratos, certamente. Aqui, a espera será maior, prevendo o mercado para 2022 na melhor das hipóteses.

O trio visto – Logan, Sandero e Sandero Stepway – terá um papel importante nesta nova geração no Brasil, uma vez que será a oportunidade para a Renault avançar para dentro do quarteto líder, se é isso o que realmente ela quer. Contudo, para fazer isso, terá de oferecer produtos melhores e no nível dos concorrentes.

Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022

Neste último caso, o alvo é GM, Volkswagen e Fiat, uma vez que a última também prepara reação para não ficar em terceiro. Na Renault, a arma tem três pistões e também duplo comando acionado por corrente. Contudo, com turbocompressor e injeção direta flex (ou não, se seguir o caminho da GM…), o 1.0 SCe vira 1.0 TCe e a coisa muda de figura.

Sem o 1.6 SCe no caminho, um Nissan HR16DE modificado, os novos Logan e Sandero 2022 começariam com o pé direito, sem filosofia exagerada de baixo custo.

Investimento em tecnologia não é desperdício de dinheiro e pensar no futuro. Nesse caso, com 115 cavalos e algo entre 17 e 20 kgfm seriam suficientes para fazer esse trio “largo” mover-se com desenvoltura e eficiência.

Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022

Nesse caminho, um Sandero R.S. 3.0 com motor 1.3 TCe de 150 cavalos com câmbio manual de seis marchas, botaria a VW para pensar num Polo GTS manual… A projeção do designer Kleber Silva dá uma ideia de como seria esse carro.

Com direção elétrica, ar condicionado automático, multimídia com Google Android Auto e Apple CarPlay (ambos sem fio), câmbio CVT, motor turbinado e injetado, freio de estacionamento eletrônico (pelo menos nos Stepway e R.S. 3.0), controles de tração e estabilidade, seis airbags, alertas de ponto cego e frenagem automática de emergência, teto solar elétrico (Styepway e R.S. 3.0), enfim, serão itens apreciados por muitos consumidores.

Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022

Com capacidade para botar volume no mercado se precisar, a Renault só precisará investir, ainda mais com a sinergia aberta junto da Nissan, empregando a mesma plataforma CMF-B em sete modelos do grupo, sendo dois da japonesa (próximo Kicks e o Magnite), entrando definitivamente no jogo.

Renault Logan, Sandero, Sandero Stepway e Sandero R.S. 3.0 2022 – Galeria de fotos

 

Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022
Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022
Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022
Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022
Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022
Projeção: Novos Renault Logan, Sandero, Sandero RS e Stepway 2022
[Projeção: KDesign AG]

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Irrelevância da Indústria Brasileira no Cenário Global

Arícia Martins (Valor, 17/09/2020) informa: a indústria de transformação brasileira perde espaço não só na economia doméstica, mas também tem ficado cada vez menos relevante no mercado global. É o que mostra o relatório de 2020 da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido).

Após ter alcançado 2% em 2010, a fatia do Brasil no valor adicionado da indústria mundial vem encolhendo de forma consistente na última década, voltando a recuar entre 2018 e 2019, de 1,24% para 1,19%. Embora pequena, a retração foi suficiente para fazer o país cair mais uma posição no ranking de maiores potências industriais na passagem anual, para 16o – atrás de emergentes como Indonésia (10o), México (11o), Rússia (13o) e Turquia (15o).

No ano passado, a lista continuou a ser liderada com folga pela China, que deteve quase 30% do valor adicionado do setor manufatureiro no mundo, seguida pelos EUA, com 16,3%, e pelo Japão, que representa 7% do segmento. Além do gigante asiático, há mais dois países emergentes entre as dez maiores potências industriais: Índia (quinta posição) e Coreia do Sul (sexta).

Responsável pela compilação dos dados com base no relatório da Unido, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) destaca que a referência para deflacionar as séries históricas mudou de 2010 para 2015. Com a alteração, devido a níveis diferentes de cotações de commodities e de taxas de câmbio, o país deixou de estar entre os dez maiores produtores. Na base antiga, a indústria brasileira era a nona mais representativa no mundo em 2018. Na nova, estava na 15a posição naquele ano.

Rafael Cagnin, economista do Iedi, observa que não é só devido à mudança de base que a indústria brasileira encolheu em termos mundiais. “Com a nova referência, tinhamos 2,05% do valor de transformação industrial em 2010 e apenas 1,2% em 2019. Um retrocesso espetacular em apenas uma década. Mais do que a queda na posição relativa, o preocupante é a tendência de queda da nossa participação na transformação mundial.”

O instituto nota que a perda de relevância do Brasil não foi seguida por outros emergentes, que teriam economias mais dinâmicas e empreenderam um processo contínuo de modernização.

Este seria o caso da China, cuja parcela na indústria mundial saltou de 21,1% para 29,7% entre 2010 e 2019; da Índia (2,3% para 3,1%); da Indonésia (1,4% para 1,6%) e da Turquia (0,9% para 1,2%). Na América Latina, o Iedi chama atenção para o México, que não perdeu tanto peso quanto o Brasil no período, ao responder por 1,5% do valor adicionado da indústria global no ano passado, ante 1,7% há dez anos.

“O desempenho da indústria de transformação brasileira tem se mostrado descolado das tendências mundiais na última década, ao contrário dos anos 1990 e 2000”, aponta a entidade. Em dólares constantes de 2015, o valor de transformação industrial brasileiro tem subido “sistematicamente” abaixo da tendência global a partir de 2009, ressalta.

“Há recuo da indústria no PIB brasileiro, recuo do Brasil na indústria mundial e recuo de nossas exportações de manufaturados”, enumera Cagnin, que relaciona o fraco crescimento econômico na última década ao baixo dinamismo do setor.

Nos cálculos da Unido, o PIB global cresceu 2,9% ao ano, em média, entre 2010 e 2019, período em que o valor adicionado da indústria subiu 3,3% em igual comparação. Já no Brasil, o PIB ficou praticamente estagnado nessa medida, com alta de 0,03% ao ano, enquanto a indústria caiu 3,47% na média anual.

“A indústria é um grande motor de crescimento, com um conjunto numeroso e diversificado de relação com outras atividades, industriais e não industriais”, afirma o economista do Iedi.

Para ele, a perda de importância do Brasil reflete o ambiente produtivo adverso para setores de maior intensidade tecnológica, com pouca previsibilidade política e econômica, que atrapalha investimentos, além de gargalos já bastante conhecidos, como a falta de infraestrutura e o sistema tributário confuso. “Tudo isso prejudica os elos mais dinâmicos, que são justamente os que deram velocidade maior à indústria no resto do mundo.”

Não por acaso, o país vem ficando para trás não só no ranking geral, observa o Iedi, mas também deixou de figurar entre os principais produtores em vários setores. De 22 segmentos analisados pela Unido, o Brasil perdeu posições em nove deles entre 2015 e 2018 (último ano disponível com dados setoriais).

Naquele ano, o Brasil ainda era destaque em oito setores: couro e calçados (4o maior); papel e produtos de papel (5o); bebidas (7o); alimentos (8o); metais básicos (8o); vestuário (8o); produtos químicos (9o) e coque e derivados do petróleo (9o).

Irrelevância da Indústria Brasileira no Cenário Global publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com



Novo Honda Civic Sedan 2022 tem imagens de patente reveladas

Novo Honda Civic Sedan 2022 tem imagens de patente reveladas

Encontradas na Austrália, as imagens de registro de patente do Novo Honda Civic Sedan 2022 revelam como será o sedã médio japonês em sua geração de número 11, que será fabricada no Brasil.

Assim como o modelo hatch, que agora será derivado do sedã, este último apresenta uma frente mais alta e prolongada, tendo faróis full LED com triplos projetores e formato de lente retangular.

A grade vai manter a barra cromada com o logotipo da Honda, porém, a abertura inferior é diferente. O para-choque tem a parte central pronunciada e vem com molduras laterais com faróis de neblina, que podem ser de LED.

Novo Honda Civic Sedan 2022 tem imagens de patente reveladas

Com uma carroceria que aparentemente parece maior, talvez com algo em torno de 4,70 m ou pouco mais, o Novo Honda Civic Sedan 2022 terá uma linha de cintura alta e retilínea, com vincos menos fluidos e uma postura menos ousada.

O motivo disso podem ser as vendas da atual geração 10, que procurou trazer a ousadia como do New Civic de volta, mas desta vez sem o mesmo efeito. Assim, mais conservador, o sedã possa voltar a ter um bom desempenho comercial.

Olhando sua carroceria, pode-se notar as colunas C se mantiveram com as vigias laterais de mesmo estilo do modelo atual. Como se sabe, a estrutura básica do Civic só muda radicalmente a cada duas gerações. Então, parte dele ainda é do 10.

Novo Honda Civic Sedan 2022 tem imagens de patente reveladas

As lanternas ficaram maiores e mais comportadas, tendo iluminação em LED. O para-choque traseiro é volumoso e não há escape destacado. Falando em escape, a motorização do Novo Honda Civic Sedan 2022 deverá ser mais eficiente e pode esperar por um uso mais intenso dos motores L VTC Turbo 1.0 até 130 cavalos e 1.5 com 150 ou 173 cavalos.

Deve-se lembrar que essa segunda opção de propulsor existe no Honda Jade japonês. Outro ponto é a hibridização. Por conta do sucesso do Corolla Hybrid no Brasil, a rival nipônica pode hibridiza-lo em vez de manter o Insight como um carro separado.

Novo Honda Civic Sedan 2022 tem imagens de patente reveladas

Para esta opção, a Honda pode contar com alguns motores L 1.5 de ciclo Atkinson, como o FlexOne vendido aqui, porém, modificado para a proposta, assim como motor elétrico de 109 cavalos do Honda City 2021.

Nas demais opções, o 1.5 Turbo de 173 cavalos seria desejável para enfrentar o Corolla. Por fim, o CVT é mandatório. O que você acha dessas propostas?

Honda Civic 2022 – Galeria de fotos

Novo Honda Civic Sedan 2022 tem imagens de patente reveladas
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Haroldo de Campos – Mundo Educação

Haroldo de Campos foi poeta, tradutor e crítico literário, responsável por ressignificar a forma poética no país e por teorizar sobre o processo de tradução.
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terça-feira, 29 de setembro de 2020

Audi A3 Sportback 40 TFSI é Plug-In Hybrid e pode rodar 67 km

Audi A3 Sportback 40 TFSI é Plug-In Hybrid e pode rodar 67 km

O Audi A3 Sportback 2021 ganhou uma variante híbrida plug-in na Europa. O Audi A3 Sportback 40 TFSIe chega com a mesma propulsão híbrida do Novo Golf R-Line,  entregando igualmente eficiência energética e performance.

O hatch médio alemão, que inclusive portas barras longitudinais no teto como se fosse um crossover, vem com motor 1.5 TFSI Gen3 de ciclo Miller, entregando 150 cavalos e 25,5 kgfm.

Audi A3 Sportback 40 TFSI é Plug-In Hybrid e pode rodar 67 km

Junto dele, um motor elétrico de 110 cavalos e 33,5 kgfm, que fica dentro de uma caixa de transmissão de dupla embreagem com seis velocidades. Com esse conjunto, ele entrega 204 cavalos e 35,7 kgfm.

Dessa forma, ele vai de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e alcança máxima de 227 km/h, sendo 140 km/h alcançados só com energia. O Audi A3 Sportback 40 TFSIe agora tem bateria de lítio de 13 kWh, que garante autonomia de 67 km no ciclo WLTP.

Audi A3 Sportback 40 TFSI é Plug-In Hybrid e pode rodar 67 km

Isso é bem mais que o modelo anterior e ao ser plugado em casa, com um carregador de bordo de 2,9 kW, o tempo de recarga é de 4 horas, podendo ser feita em poucos minutos num carregador rápido na rua.

O consumo médio se manteve em 62,5 km/litro, enquanto a emissão teve seu volume reduzido para 30 g/km de CO2. Com pacote volumoso de baterias, o Audi A3 Sportback 40 TFSI perdeu porta-malas, que caiu de 380 para 280 litros. O volume total desceu de 1.200 para 1.100 litros.

Audi A3 Sportback 40 TFSI é Plug-In Hybrid e pode rodar 67 km

No pacote oferecido, o Audi A3 Sportback 40TFSI entrega faróis de LED, LEDs diurnos, lanternas em LED, rodas de liga leve aro 16 polegadas, pneus de baixa resistência à rolagem, multimídia MMI com tela de 10,1 polegadas, cluster digital Audi Virtual Cockpit com 12,3 polegadas, ar condicionado dual zone, volante em couro, entre outros.

Audi A3 Sportback 40 TFSI é Plug-In Hybrid e pode rodar 67 km

Com esta proposta de € 37.470, o Audi A3 Sportback 40 TFSI amplia a oferece de híbridos da marca de luxo alemã, que aposta firmemente também em modelos 100% elétricos. O Audi A3 conta ainda com a versão g-tron, que é abastecida com GNV e combustível sintético.

 

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