segunda-feira, 1 de abril de 2019

EUA: Como alemães podem ganhar com sobretaxa aos carros europeus

EUA: Como alemães podem ganhar com sobretaxa aos carros europeus

O presidente dos EUA Donald Trump parece inflexível na postura de impor uma sobretaxa sobre os carros europeus. Como já se sabe, um projeto classificado sob a ameaça de segurança nacional no comércio de automóveis está na mesa do chefe de estado, bastando ao mesmo apenas concordar com ele.

Embora não se saiba dos detalhes, rumores dizem que a proposta é a de elevação de tarifas de importação de carros europeu, fazendo com que estes tenham de pagar entre 20% e 25% de imposto. Atualmente esse montante médio é apenas 2% para carros de passeio. Um carro americano, no entanto, paga 10% para entrar na Europa.

Analistas já fizeram os cálculos e a conta é salgada. Os EUA sairão perdendo. Como assim? O motivo é que o aumento de imposto de importação não é somente para o carro em si, mas também para peças e componentes europeus. Isso aumenta os custos de produção dentro do país, pois muitos itens são importados.

O impacto no setor automotivo americano pode ameaçar 700.000 empregos nos EUA, bem acima do previsto anteriormente. Isso porque os preços dos carros feitos no país terão alta média de US$ 2.270, em cálculos recentes. Já os importados teriam alta de US$ 6.875 por veículo. A estratégia de Trump é pressionar a UE para baixar suas tarifas de importação.

Diante da possível aprovação de sobretaxa aos europeus, os concessionários americanos decidiram fazer lobby no congresso americano para reverter a situação. Algumas marcas estão preocupadas, pois podem ver suas operações nos EUA irem para o vermelho com 25% de imposto de importação.

Nas peças, já se fala em aumento médio de US$ 130 em pastilhas de freio, assim como a elevação da carga tributária sobre aço e alumínio, adicionou US$ 400 ao preço médio dos automóveis. Mas, e os alemães? Enquanto todo mundo está preocupado, um executivo da Volkswagen parece nadar na contramão.

Sob anonimato, o membro de alto escalão da VW disse que se a pressão de Trump com a sobretaxa fizer com que Bruxelas reduza as tarifas de importação de carros americanos, quem ganharia com a situação seriam os fabricantes alemães. A teoria é a de que, com menos imposto, os veículos feitos nos EUA entrariam mais facilmente na Europa.

EUA: Como alemães podem ganhar com sobretaxa aos carros europeus Porém, estes não seriam de marcas americanas, mas SUVs dos fabricantes germânicos. O membro da VW diz que os produtos das Big Three não penetram no mercado europeu por conta de seu conceito, focado nos EUA.

Assim, Audi, BMW, Mercedes e VW, por exemplo, ampliariam as vendas no mercado interno e ainda venderiam estes modelos no velho continente com custo menor do que se fossem feitos na Alemanha. Em outras palavras, tais fabricantes lucrariam mais nos EUA e na Europa.

Analisando a situação, parece que o tal executivo da VW tem certa razão. Isso porque a GM não tem mais presença na Europa, exceto por alguma importação menor do Camaro e Cadillac. A Ford não tem pretensões de fazer carros compactos nos EUA e então mandaria apenas Mustang e as picapes. A FCA tem apenas a Jeep como destaque e, mesmo assim, o Renegade é italiano por acordo governamental.

Então, sobram muitos carros “americanos” feitos no Alabama, Carolina do Sul e Tennessee, que vão interessar aos europeus.

[Fonte: Auto News Europe]

Agradecimentos ao Matheus Buzzo.

© Noticias Automotivas. A notícia EUA: Como alemães podem ganhar com sobretaxa aos carros europeus é um conteúdo original do site Notícias Automotivas.

EUA: Como alemães podem ganhar com sobretaxa aos carros europeus publicado primeiro em https://www.noticiasautomotivas.com.br



O que é e para que serve o carburador?

O que é e para que serve o carburador?

Já ouviu falar de carburador? Ele ainda é utilizado em motocicletas vendidas em determinadas regiões do mundo, mas já foi completamente eliminado dos automóveis e comerciais leves há bastante tempo.

O carburador é um item que faz parte do passado dos carros, mas o que é e para que serve o carburador?

Ainda apreciado por saudosistas ou entusiastas de modelos antigos, o carburador foi o responsável pela alimentação de motores de ciclo Otto por décadas desde os primórdios do automóvel até o fim do século passado (nos carros).

Com mais de 100 anos de atuação nos motores de combustão interna dos carros, este equipamento mecânico é bem peculiar.

Inventado por Samuel Morey em 1826, o carburador foi patenteado por Siegfried Marcus em 1872, sendo adotado por Karl Benz, Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach sem seus primeiros carros. Os últimos carros com carburador foram a van Mitsubishi Express 2003 e os modelos da Lada até 2006.

O reinado do carburador sobre os motores a gasolina, GNV e álcool teve seu fim anunciado com o surgimento da injeção de combustível nos anos 60, ainda de acionamento mecânico, mas posteriormente eletrônica.

De corpo simples, duplo ou com gerenciamento eletrônico, este dispositivo essencialmente mecânico é o tema deste artigo. Vamos saber mais o que ele é e para que serve.

O que é e para que serve o carburador?

O que é e para que serve o carburador?

O carburador é um dispositivo mecânico instalado em motores de ciclo Otto, tanto de 2 tempos quanto de 4 tempos. Em motores de ciclo Diesel, por exemplo, utiliza-se a bomba injetora ou sistema Common Rail, já que o processo de ignição se dá por compressão e não por centelha.

No caso do carburador, ele serve para providenciar a mistura ar-combustível, que será enviada para a câmara de combustão, onde se dá a ignição por centelha (através de uma vela), ocorrendo assim a explosão dentro dos tempos de funcionamento do motor.

Além da mistura ar-combustível, o carburador é responsável por regular essa mistura, a fim de manter o bom funcionamento do motor.

Esse ajuste não pode ser feito por aparelhos (exceto no chamado carburador eletrônico), sendo feito de forma manual por um mecânico experiente.

O carburador pode ter um, dois ou mais corpos, como são chamadas as câmaras por onde o ar entra e é misturado com o combustível.

Na estruturação de um carburador existem duas partes principais. Uma é por onde o ar, filtrado pelo elemento de papel (no passado usava-se óleo), é aspirado para dentro do motor.

A outra parte é por onde entra o combustível. Mesmo que este tenha sido filtrado no duto de alimentação que vem do tanque, puxado por uma bomba de combustível mecânica e incorporada ao motor, ele passa por uma última filtragem dentro do carburador, antes de ser conduzido até uma agulha de injeção, acionada por uma boia.

Esta fica presente dentro da cuba, que é preenchida com o combustível.

Misturando com o ar

O que é e para que serve o carburador?

Já com o combustível dentro da cuba, que basicamente não transborda por causa da agulha reguladora, presa à boia, agora o ar atmosférico é aspirado pelo pistão do motor para dentro.

O ar não entra sob pressão e por isso é necessário um estreitamento, chamado Venturi. Nos carros, geralmente era usado a válvula de estrangulamento.

Então, o ar acelerado é novamente comprimido dentro do difusor, onde encontra com uma dosagem específica de combustível, que foi enviado da cuba para esta parte do carburador.

Essa mistura ocorre aí e sua quantidade é regulada por uma válvula, chamada “borboleta” na base do dispositivo. Esta peça móvel é ligada diretamente ao acelerador do veículo.

Assim, quanto mais aberta, durante o funcionamento, maior será a aceleração, com aumento da rotação até se chegar ao ponto da potência e torque máximos, quando o regime destes começa a cair.

O acelerador também aciona uma bomba para enfiar mais combustível da cuba para o difusor. Quando o motor está em marcha lenta, a borboleta está fechada.

Nesse caso, existe uma agulha reguladora de passagem de ar e combustível em dosagem muito pequena, apenas para manter o regime de marcha lenta. Quando a aceleração se inicia, retorna o processo anterior.

O carburador tem difusores tanto de combustível quanto de ar dentro de seu corpo, sendo estes ajustáveis do lado externo do equipamento, onde o mecânico ou pessoa com conhecimento, regula a entrada de ar e de combustível, equilibrando a mistura de forma a ter melhor rendimento.

Essa mistura é na proporção de 14 por 1 de ar e combustível, respectivamente, quando este é gasolina. No álcool, a relação é de 9 por 1.

Como se trata de um sistema mecânico, não há como equilibrar essas diferentes proporções e assim o carburador só funciona com um tipo de combustível. Seu kit de peças internas são específicas para cada um.

Carburador de corpo duplo

O que é e para que serve o carburador?

Um carburador de corpo duplo, usado em carros de maior desempenho no passado e depois padronizado, possui dois difusores de ar e duas borboletas.

Assim, gera-se maior vácuo e consequentemente, maior potência e torque.

Mas, geralmente este tipo tinha dois estágios, sendo o primeiro em baixas rotações e o segundo entrando em alta. Isso reduzia o consumo de combustível.

Existiram carburadores de corpos triplos ou quádruplos (como o famoso Quadrijet), entre outros.

Carburador nas motos

O que é e para que serve o carburador?

Em motos, por exemplo, o ar é admitido por um dos lados do carburador, após passar pelo filtro, atravessando o Venturi através de uma regulagem feita por um pistão, preso ao acelerador.

Quando ele está levantado, o ar em velocidade se mistura com o combustível expelido pelo difusor, misturando-se assim ao ar e entrando na câmara de combustão por um coletor de admissão bem curto.

Carburador eletrônico

O que é e para que serve o carburador?

Controlado por uma central eletrônica, este tipo de carburador foi uma tentativa de reduzir os custos maiores de adoção da injeção eletrônica.

Isso ocorreu no Brasil nos anos 90, pouco antes da injeção ser difundida no país. Com a presença de sensores de rotação e temperatura, por exemplo, o comando recebia estes dados e os repassava para o carburador.

Assim, o acionamento do carburador, mesmo ainda sendo mecânico, o ajuste da mistura era feito com base nesses dados.

Entretanto, a tecnologia não foi para frente, sendo adotado logo a injeção eletrônica.

Vantagens e desvantagens do carburador

O que é e para que serve o carburador?

Por conta de seu funcionamento mecânico, o carburador nunca encontra o ajuste perfeito entre mistura ar-combustível, em regimes de trabalho variados, como na injeção eletrônica.

Também não atende mais as normas de emissão. Entretanto, possui algumas vantagens.

Como é um dispositivo simples, ele é mais fácil de produzir e seu custo de manutenção é menor. Além disso, tem tamanho compacto e utiliza pouca energia do sistema elétrico do carro.

Marcas como Weber, Solex e Brosol ficaram famosas.

© Noticias Automotivas. A notícia O que é e para que serve o carburador? é um conteúdo original do site Notícias Automotivas.

O que é e para que serve o carburador? publicado primeiro em https://www.noticiasautomotivas.com.br



Mihaly Csikszentmihalyi – TED2004 – Flow, the secret to happiness

Abaixo a transcrição da Palestra TED de Mihaly Csikszentmihalyi – em 2004: Flow, the secret to happiness.

Eu cresci na Europa, e a Segunda Guerra Mundial me pegou quando eu tinha entre 7 e 10 anos. E percebi quão poucos adultos que eu conhecia eram capazes de resistir às tragédias que a guerra trouxe a eles; quão poucos deles podiam levar uma vida minimamente normal, contente, satisfeita, feliz, quando seus trabalhos, suas casas, sua segurança, foram destruídos pela guerra.

Então, fiquei interessado em entender o que contribuiu para uma vida que vale a pena viver. E tentei, na infância e adolescência, ler sobre filosofia e me envolver com arte e religião, e muitas outras formas que eu via como possíveis respostas àquela questão. E finalmente acabei encontrando a psicologia por acaso.

Na verdade eu estava num resort de esqui, na Suíça, sem dinheiro suficiente para poder aproveitar, porque a neve havia derretido e como eu não tinha dinheiro para ir ao cinema descobri que ao ler os jornais, haveria uma apresentação de alguém, em um lugar que eu havia visto no centro de Zurique, e ele iria falar sobre discos voadores. Eu pensei: “Bem, como não posso ir ao cinema, pelo menos irei ouvir de graça sobre discos voadores.

O homem que falou na palestra daquela tarde era muito interessante. Na verdade, ao invés de falar sobre pequenos homens verdes, ele falou sobre como a psique dos europeus havia sido traumatizada pela guerra e que agora eles estavam projetando discos voadores no céu, uma espécie de… ele falou sobre como as mandalas da antiga religião Hindu eram meio que projetadas no céu como uma tentativa de reconquistar algum senso de ordem depois do caos da guerra. E isto tudo me pareceu muito interessante. E comecei a ler seus livros depois daquela palestra. E aquele era Carl Jung – e eu nem tinha ideia de quem ele era ou o que fazia.

Depois eu vim a este país para estudar psicologia e comecei a tentar entender quais são as raízes da felicidade. Este é um resultado comum que muitas pessoas apresentaram, e há muitas variações disso. Mas isto, por exemplo, mostra que cerca de 30% das pessoas entrevistadas nos EUA desde 1956 dizem que suas vidas são muito felizes.

Isto não mudou em nada, enquanto que a renda pessoal, numa escala que foi mantida constante, considerando a inflação, mais do que dobrou, quase triplicou, nesse mesmo período. Mas encontramos essencialmente os mesmos resultados, isto é, que depois de um certo ponto básico que corresponde mais ou menos a apenas alguns milhares de dólares acima do nível mínimo de pobreza, os aumentos no bem-estar material não parecem afetar quão felizes as pessoas são. E, de fato, você pode constatar que a falta de recursos básicos, recursos materiais, contribuem para a infelicidade, mas o aumento dos recursos materiais não aumenta a felicidade.

Então, a minha pesquisa têm focado mais… depois de descobrir estas coisas que realmente corresponderam à minha própria experiência, eu tento entender agora, como na vida cotidiana, na nossa experiência comum, nós nos sentimos realmente felizes.

Começar esses estudos cerca de 40 anos atrás, me fizeram olhar para pessoas criativas primeiro artistas e cientistas e assim por diante, tentando entender o que fazia com que sentissem que valia a pena viver suas vidas fazendo coisas que muitos deles não esperavam que fossem trazer fama ou riqueza, mas que davam significado e valor às suas vidas.

Um dos principais compositores americanos da década de 1970 descreve como ele se sente quando a composição está indo bem. Ele descreve isso como um estado de êxtase.

Agora êxtase, em grego, quer dizer apenas ficar de pé ao lado de algo. E depois se tornou essencialmente uma analogia para um estado mental no qual você sente que não está fazendo suas rotinas comuns do dia a dia. Então, êxtase é um mergulho em uma realidade alternativa.

Quando pensamos sobre as civilizações que admiramos como ápices da realização humana, seja China, Grécia, a civilização Hindu, ou os Maias, ou os egípcios, o que sabemos sobre eles é na verdade sobre seus êxtases, não sobre sua vida cotidiana. Nós conhecemos os templos que eles construíram, nos quais as pessoas podiam ir para experimentar uma realidade diferente. Nós conhecemos os circos, as arenas, os teatros, estes são os restos das civilizações e são os locais que as pessoas iam para experimentar a vida de uma forma mais concentrada, mais ordenada.

Este aqui é um lugar para êxtase também. Nós estamos participando de uma realidade diferente daquela cotidiana que estamos acostumados.

Um músico precisa apenas de um pedaço de papel no qual possa escrever pequenos símbolos, e conforme ele faz isso, ele pode imaginar sons que não existiam antes nessa combinação específica. Então quando ele chega àquele ponto de começar a criar, como em sua improvisação, uma nova realidade, este é um momento de êxtase. Ele entra naquela realidade diferente.

Ele diz também que esta é uma experiência tão intensa a ponto de sentir quase como se ele próprio não existisse. Isso soa como uma espécie de exagero romântico. Mas, na verdade, nosso sistema nervoso é incapaz de processar mais que cerca de 110 bits de informação por segundo. Para vocês me ouvirem e entenderem o que estou dizendo, vocês precisam processar cerca de 60 bits por segundo. Por isso, não se pode ouvir mais do que duas pessoas. Não se pode entender mais do que duas pessoas falando com você.

Bem, quando você está mesmo envolvido nesse processo completamente arrebatador de criar algo novo, como um homem criativo está fazendo, ele não tem sobra de atenção suficiente para monitorar como seu corpo se sente, ou seus problemas em casa. Ele não pode sentir nem mesmo que está com fome ou cansado. Seu corpo desaparece, sua identidade desaparece de sua consciência, porque ele não têm atenção suficiente, assim como nenhum de nós tem, quando se está fazendo algo muito bem que requer muita concentração e ao mesmo tempo perceber que está vivo. Então, a existência é temporariamente suspensa. Ele diz parecer suas mãos se moverem sozinhas. Poderia olhar para minhas mãos por duas semanas, e eu não ficaria espantado ou admirado, porque eu não sei compor.

Obviamente, esse processo, espontâneo e automático que ele está descrevendo pode tão somente acontecer àquele que tem um muita prática e desenvolveu a técnica. Tem sido uma espécie de truísmo, no estudo da criatividade, você não poder criar nada em menos de 10 anos de imersão técnica e de conhecimento em um campo em particular. Seja matemática ou música, leva esse tanto para estar apto a iniciar a mudança de uma maneira melhor do que seu estado anterior.

Agora, quando isso acontece, a música simplesmente flui, e por causa de todas essas pessoas, foi que comecei a entrevistar, esta entrevista tem mais de 30 anos, muitas das pessoas descreviam isso como uma fluidez espontânea que me fez chamar isso de “experiência de fluidez“. Acontece em diferentes momentos, por exemplo, um poeta descreve deste modo.

Um aluno meu entrevistou um dos expoentes escritores e poetas dos EUA. Ele descreve a mesma ausência de esforço, e o sentimento espontâneo que você obtém quando entra em um estado de êxtase.

Esse poeta descreve como abrindo a porta que flutua no céu, muito semelhante à descrição que Albert Einstein deu de como ele imaginou as forças da relatividade quando ele estava lutando para entender como ela funcionaria. Mas isso acontece também em outras atividades.

Por exemplo, esta outra aluna minha, Susan Jackson da Austrália, que fez uma pesquisa com alguns dos mais destacados atletas do mundo. E você vê aqui a descrição de um skatista olímpico, semelhante na descrição da fenomenologia do estado interior de uma pessoa. Não pense que isso acontece automaticamente se você mergulhar na música ou assim por diante.

Falo sobre isso no mais recente livro que escrevi chamado “Gestão Qualificada“, no qual entrevistei alguns CEOs que tinham sido apontados por seus pares como sendo muito bem-sucedidos, éticos, e muito responsável socialmente. Essas pessoas definiram sucesso como algo que ajuda as outras pessoas e ao mesmo tempo deixa você feliz enquanto trabalha nisso.

Como esses CEOs bem-sucedidos e responsáveis dizem, você não pode simplesmente ter uma dessas coisas para ser bem-sucedido. Se você quer um trabalho significativo e bem-sucedido.

Masaru Ibuka, ao fundar a Sony, ele não tinha dinheiro algum, eles ainda não tinham produto, eles não tinham algo pronto, mas tinham uma ideia. Ele teve a ideia de criar um local de trabalho para engenheiros poderem sentir a alegria da inovação tecnológica, atentos à sua missão para a sociedade e trabalhar com a paixão no coração. Eu não conseguiria aprimorar esse bom exemplo de como a fluidez entra na empresa.

Quando fizemos esses estudos, fizemos com outros colegas do mundo inteiro, mais de 8 mil pesquisas com pessoas, desde frades dominicanos, a freiras cegas, guias do Himalaia, pastores Navajo que amam o que fazem.

Independentemente da cultura e do nível de educação ou qualquer outra coisa, existem estas sete condições que parecem estar presentes quando a pessoa tem fluidez.

  1. Há um foco que, uma vez tornando-se intenso, leva a um tipo de êxtase e clareza.
  2. Você sabe exatamente o que quer fazer em cada pequeno momento.
  3. Você obtém feedback imediato.
  4. Você sabe que o que tem que ser feito é possível fazer, apesar das dificuldades.
  5. O sentido de tempo desaparece.
  6. Você esquece de você mesmo.
  7. Você se sente parte de algo maior.

Quando essas condições estão presentes, o que você fizer se torna valioso por si mesmo.

Nos nossos estudos, representamos o cotidiano do trabalho nesse simples gráfico. Na verdade, nós podemos medir isso com muita precisão, porque demos às pessoas aqueles beepers que disparam 10 vezes ao dia, e quando isso acontecia, você diz o que está fazendo, e como você se sente, onde está, o que está pensando.

Medimos a intensidade do desafio que as pessoas experimentavam no momento, e o quanto de habilidades que elas acreditavam possuir para aquele momento. Para cada pessoa pudemos definir uma média, que é o centro do diagrama. Esse seria o nível médio de desafio e habilidades, que será diferente para qualquer outra pessoa, mas você tem um ponto definido, que estará no meio.

Se sabemos qual é esse ponto definido, podemos predizer com certa precisão quando você terá a fluidez, e acontecerá quando os seus desafios e habilidades estiverem acima da média.

Pode ser que você esteja fazendo coisas muito diferentes de outras pessoas, mas para cada um o canal de fluidez, aquela área acima, acontecerá quando estiver fazendo o que realmente gosta de fazer: tocando piano, provavelmente, estar com seu melhor amigo, ou no trabalho, se for o trabalho que libera a fluidez em você. E aí as outras áreas se tornam menos positivas.

Empolgação é ainda válida, porque você se encontra altamente desafiado. Suas habilidades não são tão completas como deveriam ser, mas você pode ir para o estado de fluidez facilmente simplesmente ao desenvolver um pouco mais de habilidades.

Empolgação é uma área na qual as pessoas aprendem, pois são levadas para além da zona de conforto e para entrar, voltando ao estado de fluidez, elas terão que desenvolver habilidades adicionais.

Controle é também uma área válida a ser considerada, porque lá você se sente confortável, mas não muito empolgado. Não se trata de ser tão desafiador.

Para você ir de controle para o estado de fluidez você tem que ampliar os desafios. Então os dois estados são áreas ideais e complementares em que se pode chegar à fluidez facilmente.

As outras combinações entre desafio e habilidade tornam-se progressivamente abaixo do ideal. Relaxamento é bom, você ainda se sente bem. Marasmo começa a se tornar muito incomodo e apatia chega a ser muito negativo, você não se vê fazendo qualquer coisa, não usa suas habilidades, não há desafio.

Infelizmente, a experiência de muitas pessoas está na área de apatia. O mais importante contribuinte para essa experiência é assistir televisão, o seguinte é estar no banheiro, sentado. E aí, mesmo assim, às vezes, assistir à televisão, em cerca de 8% do tempo vivencia-se a fluidez, mas isso é quando se escolhe algo que se quer realmente assistir e você ganha feedback por isso.

A questão que queremos focar, e já passei do meu tempo, é como colocar cada vez mais esse canal de fluidez no nosso cotidiano. É esse o tipo de desafio que estamos tentando entender. E alguns de vocês obviamente sabem chegar lá espontaneamente sem nenhum conselho, mas, infelizmente, muitos ainda não sabem. E esse é o nosso mandato, de certa forma.

Mihaly Csikszentmihalyi – TED2004 – Flow, the secret to happiness publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com



Flow: A Psicologia da Felicidade

Descobri Mihaly Csikszentmihalyi, autor de vasta obra na área da Psicologia Positiva, entre as quais “Flow: A Psicologia da Felicidade” (London: Rider; 2017), através de uma palestra TED em 2004. Não consegui até hoje memorizar e pronunciar seus sobrenome. J

Ele é professor e ex-presidente do Departamento de Psicologia da Universidade de Chicago. Nos últimos vinte anos, ele esteve envolvido em pesquisas sobre tópicos relacionados ao fluxo. Financiamento para esses estudos veio do Serviço de Saúde Pública e vários subsídios privados, principalmente a Fundação Spencer. Além disso, um grande interesse em seu trabalho vem crescendo fora da academia, encabeçado por artigos substanciais em publicações como Psychology Today, The New York Times, The Washington Post, The Chicago Tribune, Omni, Newsweek, and elsewhere. Ele é autor dos livros Beyond Boredom and Anxiety, e co-autor de The Creative Vision, The Meaning of Things, e Being Adolescent. Mihaly Csikszentmihalyi sintetiza sua obra em “Flow: The Psychology of Happiness”.

Flow apareceu pela primeira vez nos Estados Unidos em 1990. Durante vários anos antes disso, as pessoas vinham lhe pedindo para coletar as pesquisas publicadas em revistas acadêmicas obscuras e para torná-las disponíveis para um público mais amplo. Ele, finalmente, deu ouvidos ao conselho e descobriu no processo algo conhecido por mim desde meu retorno à Universidade da Era Qualis: escrever para um público leigo é muito mais divertido (assim como mais difícil) em lugar de escrever para colegas acadêmicos.

Quando ele estava escrevendo este livro, jamais sonhou com o impacto a ser obtido por ele desde o seu lançamento. Por exemplo, até agora o Flow foi traduzido para 14 idiomas diferentes, incluindo sérvio, português, japonês e chinês e coreano. Foi adotado por quatro clubes do livro nos EUA e mais em outros lugares. Um grande número de leitores de todo o mundo escreveu cartas contendo relatos eloquentes de como eles usaram o livro para melhorar a qualidade de suas próprias vidas. Além disso, as ideias contidas neste livro encontraram seu caminho em uma variedade de aplicações, variando de política para educação; de hospitais psiquiátricos para o Cirque de Soleil; desde a fabricação de automóveis na Nissan e Volvo até o design de museus de arte.

Claramente, Flow tocou um nervo na psique coletiva. Por muito tempo a psicologia se concentrou quase exclusivamente nas sombras da existência humana. O comportamento de homens e mulheres era visto como determinado pela herança biológica e por forças externas, distorcidas pelo desejo frustrado. Pouca atenção foi dada ao que torna a vida suportável, agradável e gratuita. Nesse vácuo, Flow trouxe uma mensagem de a vida poder ser uma aventura emocionante, divertida e criativa.

A cada década, essa mensagem se torna mais e mais relevante. Pois, à medida que as tecnologias esotéricas proliferam e os crescentes poderes de criação e destruição caem nas mãos de nossa espécie, a responsabilidade pelo uso de tais poderes sabiamente está se tornando cada vez mais urgente. Vamos exaurir os recursos do planeta sem pensar enquanto podemos ter uma vida muito mais gratificante com menos desperdício? A ganância vai dividir a humanidade em obscenamente rica e abismalmente pobre? O que realmente faz as pessoas felizes por estarem vivas? Quais são as experiências internas capazes de fazerem a vida valer a pena?

Este trabalho clássico sobre a felicidade apresenta os princípios gerais de modo a permitirem as pessoas reais transformarem vidas chatas e sem sentido em pessoas cheias de prazer. Introduz o fenômeno do “fluxo” ou êxtase – um estado de alegria, criatividade e envolvimento total, no qual os problemas parecem desaparecer e há um sentimento estimulante de transcendência.

Êxtase tem dois significados. Um se refere ao estado de quem se encontra como que transportado para fora de si e do mundo sensível, por efeito de exaltação mística ou de sentimentos muito intensos de alegria, prazer, admiração, temor reverente, etc. Outro é crítico à absorção em uma ideia fixa, acompanhada de perda de sensibilidade ou mesmo motricidade.

Adotaremos aqui seu sentido original. Etimologicamente, a palavra “êxtase” se originou a partir do grego ékstasis. Este termo se refere à sensação de “tirar alguém de sua própria mente”, ou seja, um estado de transe motivado por uma perturbação mental. Esta pode ser benigna ou maligna.

Êxtase é o estado emocional quando o indivíduo se sente fora de si – ou fora de seu cotidiano rotineiro, morninho e chatinho – e entra em transe, caracterizado pela intensificação extrema de variados sentimentos, como o prazer, a alegria, o medo, etc.

O estado de êxtase costuma ser provocado em reação a um estímulo emocional bastante intenso. O ápice do orgasmo é considerado como um estado de êxtase.

Algumas doutrinas, como o budismo, por exemplo, utilizam técnicas de meditação e relaxamento para atingir o “nirvana”, ou seja, encontrar uma condição emocional capaz de despertar a sensação de grande paz e ausência total de tristeza ou sofrimento. O termo “nirvana” tem origem no sânscrito, podendo ser traduzido por “extinção” no sentido de “cessação do sofrimento”.

Nirvana é uma palavra do contexto do Budismo. Significa o estado de libertação atingido pelo ser humano ao percorrer sua busca espiritual. Indica um estado eterno de graça. Também é visto por alguns como uma forma de superação do karma.

É uma renúncia ao apego material. Este não eleva o espírito e apenas traz sofrimento. Através da meditação se consegue percorrer os passos fundamentais para chegar ao nirvana, considerado como a última etapa a alcançar pelos praticantes da religião.

Para os materialistas ateus – ateu sou, materialista tenho dúvidas –, nirvana é utilizado em um sentido mais geral para designar alguém em estado de plenitude e paz interior, sem se deixar afetar por influências externas. Também se emprega com o sentido de aniquilamento de certos traços negativos da própria personalidade, porque a pessoa consegue se livrar de tormentos como orgulho, ódio, inveja ou egoísmo. Estes sentimentos afligem o ser humano, impedindo-o de viver em paz. No entanto, em sentido figurado, nirvana muitas vezes é uma palavra usada com um sentido depreciativo, indicando um estado de apatia ou inércia.

Baseando-se em extensa pesquisa, Mihaly Csikszentmihalyi explica como este estado prazeroso de “fluir” ou êxtase pode ser trazido por todos nós e não apenas deixado ao acaso. Cada um de nós tem o potencial de experimentar o fluir, seja no trabalho, no lazer ou em nossos relacionamentos. Através da compreensão do conceito de fluir, podemos aprender a viver em harmonia conosco, nossa sociedade e, finalmente, com o universo maior. Temos direito natural, desde o nascimento, ao estado de felicidade.

O verbo fluir tem significados figurados diversos:

  1. ter origem; provir, derivar, emanar, como em “várias consequências fluem de certas premissas”;
  2. diminuir de intensidade; desfazer-se;
  3. percorrer distâncias (no espaço ou no tempo) com rapidez; correr, circular.

Vamos deixar fluir a leitura de Fluir, a Psicologia da Felicidade. Vamos a usufruir, ou seja, ter o usufruto dela, estando na posse ou no gozo de algo inalienável: conhecimento. Fruição é o ato de aproveitar satisfatória e prazerosamente alguma coisa… como a vida.

Flow: A Psicologia da Felicidade publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com



Europa: Limitador de velocidade pode colocar os esportivos em risco?

Europa: Limitador de velocidade pode colocar os esportivos em risco?

ISA. Esta é a sigla que está incomodando os fabricantes de carros esportivos na Europa. Mas, o que ela significa? Trata-se Intelligent Speed Assistance, que é um limitador de velocidade inteligente, que pode se tornar obrigatório no continente a partir de 2022. Essa imposição está tramitando na Comissão Europeia.

A proposta está sendo avaliada como uma medida eficaz para redução de mortes e feridos em ruas e estradas da Europa e deve ser aprovada até lá. A tecnologia do ISA é baseado em localização via GPS e/ou dados oriundos de leitores eletrônicos de placas de sinalização, item presente em vários carros vendidos na região.

Europa: Limitador de velocidade pode colocar os esportivos em risco?

Assim, quando um automóvel estiver rodando, o GPS/câmera indicará a velocidade limite no local e ajustará a potência do motor para menos, assim como reduzir a velocidade do carro para se ajustar. No entanto, o ISA não será uma imposição de forma imediata.

A proposta da UE é que os carros novos a partir de maio de 2022, deverão portar o limitador inteligente, mas ainda com opção de desativação. Os carros atualizados (facelift) a partir de maior de 2024, também passarão a portar o dispositivo. Para não ficar “refém” do ISA em casos específicos, o condutor poderá acelerar acima do limite para fazer ultrapassagens ou fugir de uma situação perigosa.

Europa: Limitador de velocidade pode colocar os esportivos em risco?

No entanto, nestes casos, alertas visuais e sonoros indicarão a ultrapassagem do limite da via. Então, neste ambiente, como ficam os carros esportivos? O limite de velocidade já se faz presente em carros de alta performance, no caso aqueles de 250 km/h, um acordo de cavalheiros entre os fabricantes.

A Volvo, por sua vez, vai limitar a velocidade de seus carros a 180 km/h no próximo ano. No entanto, nenhum deles chega perto do ISA em limitação de velocidade, pois a tecnologia se baseia nos limites locais. A ACEA, associação dos fabricantes europeus, ainda não se posicionou sobre a imposição deste sistema, mas havia alertado que não há padronização de sinais no continente e muitas placas podem estar encobertas.

Europa: Limitador de velocidade pode colocar os esportivos em risco?

Então, o sistema não poderia fazer uma leitura exata do limite de velocidade local, apontou a ACEA no ano passado. Por ora, a questão ainda está longe de ser votada diretamente no plenário do Parlamento Europeu, estando ainda em análise nas comissões específicas.

Entretanto, sua imposição contraria a proposta dos carros esportivos, visto que é exatamente a performance que faz a diferença nesse caso. Mesmo de saída, o Reino Unido já sinalizou que manterá as mesmas regras impostas na Europa continental após o Brexit.

[Fonte: Motor 24]

Agradecimentos ao Bruno Landim.

© Noticias Automotivas. A notícia Europa: Limitador de velocidade pode colocar os esportivos em risco? é um conteúdo original do site Notícias Automotivas.

Europa: Limitador de velocidade pode colocar os esportivos em risco? publicado primeiro em https://www.noticiasautomotivas.com.br



Hyundai Venue tem detalhes revelados em flagrante na Índia

Hyundai Venue tem detalhes revelados em flagrante na Índia

Aguardando a estreia no Salão de Nova Iorque, o Hyundai Venue começa a ser revelado, mas não nos states. Um flagrante do pequeno SUV da marca sul-coreana foi feito na Índia, um dos mercados prioritários do novo produto. O SUV compacto estava em testes, mas pessoas próximas conseguiram acessar o carro por fora e por dentro.

No primeiro caso, sob a proteção da camuflagem, o Hyundai Venue revela uma frente bem expressiva, com luzes diurnas e repetidores de direção em LED num conjunto separado e elevado, uma tendência que surgiu com o Jeep Cherokee e se espalhou entre as marcas. Os faróis são compactos e com projetor único, tendo ainda luzes de função curva.

Hyundai Venue tem detalhes revelados em flagrante na Índia

Na traseira, chama atenção as lanternas compactas e a tampa traseira bem lisa, com o nome Venue devidamente estampado. O conjunto lembra muito a traseira do Volkswagen Polo e, no caso do Hyundai indiano, não apresenta limpador traseiro, mas podemos ver o badge Turbo, indicando o uso do motor Kappa 1.0 T-GDi (que não é o mesmo usado no HB20 Turbo).

Além disso, o interior do Hyundai Venue foi revelado, tendo tela de multimídia entre os difusores de ar, bem como ar condicionado com display central e cluster analógico, tendo uma tela multifuncional ao centro. O volante é o mesmo do Elantra atualizado.

Hyundai Venue tem detalhes revelados em flagrante na Índia

Com porte abaixo do Creta, o Hyundai Venue passou de produto localizado para um player internacional da marca asiática, que vai coloca-lo no mercado americano e em outras regiões, onde as demandas por crossovers e SUVs compactos estão mais destacadas.

Por aqui, o Hyundai Venue obrigaria o Creta a se reposicionar um pouco mais acima, provavelmente adicionando motor 1.6 T-GDi de 177 cavalos e motorização intermediária com o 2.0, deixando o novo carro com propulsor 1.0 T-GDi Flex na melhor das hipóteses ou 1.6 Flex de até 130 cavalos, como plano B.

[Fonte: Autocar Índia]

© Noticias Automotivas. A notícia Hyundai Venue tem detalhes revelados em flagrante na Índia é um conteúdo original do site Notícias Automotivas.

Hyundai Venue tem detalhes revelados em flagrante na Índia publicado primeiro em https://www.noticiasautomotivas.com.br



GM revela teaser de Novos Tracker e Trailblazer na China

GM revela teaser de Novos Tracker e Trailblazer na China

A General Motors divulgou um teaser dos novos modelos Tracker e Trailblazer da Chevrolet na China. A dupla de utilitários esportivos de porte compacto aparece em uma imagem bem escurecida, que clareamos para visualizar melhor as novidades da marca americana, que serão publicamente reveladas em 16 de abril, no Salão de Xangai.

O revelador – tanto no anúncio da GM quanto no nome do carro – é o Chevrolet Trailblazer, o modelo à esquerda da imagem. Como todos nós sabemos, essa designação é para o SUV de chassi de longarinas, derivado da picape S10 (Colorado lá fora) e fabricado em São José dos Campos-SP.

GM revela teaser de Novos Tracker e Trailblazer na China

O Chevrolet Trailblazer 2020 é o mesmo carro visto em testes nos EUA e que a imprensa local chamava de Trax, o sucessor da geração atual, que aqui conhecemos como Tracker. Falando nesse, o SUV da esquerda é o modelo revelado pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China. É este que será feito em Gravataí-RS.

A GM dá poucos detalhes, divulgando apenas que a dupla focará em conectividade, segurança e tecnologias de propulsão. Então, podemos imaginar variantes híbridas e talvez até puramente elétricas na China. Com teto reto, assim como as colunas A, o Chevrolet Trailblazer chinês tem colunas C bem reforçadas, ampliando a impressão de robustez.

GM revela teaser de Novos Tracker e Trailblazer na China

Inspirado na Blazer mexicana, o utilitário esportivo tem luzes diurnas em posição independente dos faróis, que ficam mais abaixo. Não dá para notar a diferença de tamanho entre eles, mas este Chevrolet Trailblazer feito pela Shanghai-GM provavelmente é maior. O Buick Excelle GX, revelado recentemente, indica que a GM deve lançar um equivalente de mesmo porte. Ou seja, com algo em torno de 4,45 m para rivalizar com Jeep Compass e

© Noticias Automotivas. A notícia GM revela teaser de Novos Tracker e Trailblazer na China é um conteúdo original do site Notícias Automotivas.

GM revela teaser de Novos Tracker e Trailblazer na China publicado primeiro em https://www.noticiasautomotivas.com.br