sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Perda de Fundos DI Pós-fixado e de Crédito Privado

Fernando Torres e Marcelo D’Agosto (Valor, 21/10/2020) avaliam: clientes dos quatro maiores bancos de capital aberto do país poderiam ter ganhado R$ 678 milhões a mais com seus investimentos sem alterar em nada seu perfil de risco e mesmo sem trocar de banco. Para isso, bastaria terem migrado suas aplicações para os fundos com melhor desempenho entre os DI e de renda fixa disponíveis em seus bancos.

O levantamento comparou fundos de investimentos de mesmos bancos, todos DI ou renda fixa, com o mesmo perfil de risco, mas com retornos diferentes. E quase toda a diferença de rendimento tem um único motivo e ele poderia ser conhecido antes da aplicação: a taxa de administração. Carteiras mais caras de bancos rendem cerca de 20% do CDI porque com Selic a 2%, a taxa de administração pesa muito nos rendimentos ex-post dos fundos.

O Valor Investe percebeu, ao fazer o levantamento usado nesta reportagem, os bancões cobrarem 2%, 3% e até 4% em fundos conservadores, apesar de virem reduzindo paulatinamente essas cobranças para evitar entregar retornos nominais negativos já na largada para os cotistas, em um cenário quando a Selic está em 2% ao ano.

A conta é muito simples: se um fundo cobrar mais de 2% de taxa, naturalmente já perderá do CDI, o índice de referência. Por isso, as grandes instituições estão fazendo o mínimo para não cobrar para entregar (com 100% de chance) um retorno nominal negativo.

O que talvez não tenha entrado na conta da calibragem da taxa foi a crise provocada pelo coronavírus e pelo isolamento social. O crédito privado é um ativo privado (debênture) com risco de crédito: falência das empresas emissoras em um crash de suas ações.

Passou a fazer parte das carteiras para incrementar os retornos, mas balançou seu valor de mercado no primeiro semestre. Em setembro, por causa do risco fiscal e da Selic na mínima histórica, foi a vez de até mesmo o título público mais conservador da praça, o Tesouro Selic (ou LFT), dar prejuízo.

O resultado é, no acumulado do ano até setembro, os fundos conservadores mais caros de bancos tradicionais, como Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander, estão dando retornos iguais ou abaixo de 20% do CDI.

No caso do banco de origem espanhola, duas carteiras conservadoras de varejo chegam a acumular retorno negativo de janeiro a setembro, com o peso da taxa de 1,75% ao ano atual se somando ao ambiente adverso na renda fixa.

Para chegar a essas conclusões, o levantamento selecionou 57 fundos conservadores dos quatro principais bancos, com R$ 214 bilhões em patrimônio e 2,68 milhões de cotistas. Todos de perfil de risco similar, e em alguns casos com carteira idêntica (por aplicarem no mesmo fundo master).

Desse total, R$ 43 bilhões, de 277 mil cotistas, estão aplicados nos dois fundos conservadores de melhor desempenho de cada um dos bancos neste ano. Os outros R$ 171 bilhões, de 2,4 milhões de cotistas, estão nas carteiras mais caras e de desempenho pior.

A conta do potencial de R$ 678 milhões de ganho extra foi feita ao se comparar o retorno que cada carteira teve de fato, considerando o patrimônio médio e excluindo a variação por aportes e resgates, com o que os fundos piores teriam se a rentabilidade fosse igual à dos melhores fundos de cada banco. O resultado foi um retorno real de R$ 2,54 bilhões contra uma rentabilidade potencial de R$ 3,22 bilhões.

Essa conta do retorno potencial é bem conservadora, porque considera retorno de, no máximo, 80% do CDI obtido por essas aplicações.

Em um segundo cenário, considerando se os clientes mantivessem seu perfil de risco conservador, mas olhassem para fora dos grandes bancos e buscassem, por exemplo, uma conta remunerada ou CDB pagando 100% do CDI, teriam obtido retorno extra de R$ 1,8 bilhão.

Perda de Fundos DI Pós-fixado e de Crédito Privado publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com



Perda de Fundos DI Pós-fixado e de Crédito Privado

Fernando Torres e Marcelo D’Agosto (Valor, 21/10/2020) avaliam: clientes dos quatro maiores bancos de capital aberto do país poderiam ter ganhado R$ 678 milhões a mais com seus investimentos sem alterar em nada seu perfil de risco e mesmo sem trocar de banco. Para isso, bastaria terem migrado suas aplicações para os fundos com melhor desempenho entre os DI e de renda fixa disponíveis em seus bancos.

O levantamento comparou fundos de investimentos de mesmos bancos, todos DI ou renda fixa, com o mesmo perfil de risco, mas com retornos diferentes. E quase toda a diferença de rendimento tem um único motivo e ele poderia ser conhecido antes da aplicação: a taxa de administração. Carteiras mais caras de bancos rendem cerca de 20% do CDI porque com Selic a 2%, a taxa de administração pesa muito nos rendimentos ex-post dos fundos.

O Valor Investe percebeu, ao fazer o levantamento usado nesta reportagem, os bancões cobrarem 2%, 3% e até 4% em fundos conservadores, apesar de virem reduzindo paulatinamente essas cobranças para evitar entregar retornos nominais negativos já na largada para os cotistas, em um cenário quando a Selic está em 2% ao ano.

A conta é muito simples: se um fundo cobrar mais de 2% de taxa, naturalmente já perderá do CDI, o índice de referência. Por isso, as grandes instituições estão fazendo o mínimo para não cobrar para entregar (com 100% de chance) um retorno nominal negativo.

O que talvez não tenha entrado na conta da calibragem da taxa foi a crise provocada pelo coronavírus e pelo isolamento social. O crédito privado é um ativo privado (debênture) com risco de crédito: falência das empresas emissoras em um crash de suas ações.

Passou a fazer parte das carteiras para incrementar os retornos, mas balançou seu valor de mercado no primeiro semestre. Em setembro, por causa do risco fiscal e da Selic na mínima histórica, foi a vez de até mesmo o título público mais conservador da praça, o Tesouro Selic (ou LFT), dar prejuízo.

O resultado é, no acumulado do ano até setembro, os fundos conservadores mais caros de bancos tradicionais, como Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander, estão dando retornos iguais ou abaixo de 20% do CDI.

No caso do banco de origem espanhola, duas carteiras conservadoras de varejo chegam a acumular retorno negativo de janeiro a setembro, com o peso da taxa de 1,75% ao ano atual se somando ao ambiente adverso na renda fixa.

Para chegar a essas conclusões, o levantamento selecionou 57 fundos conservadores dos quatro principais bancos, com R$ 214 bilhões em patrimônio e 2,68 milhões de cotistas. Todos de perfil de risco similar, e em alguns casos com carteira idêntica (por aplicarem no mesmo fundo master).

Desse total, R$ 43 bilhões, de 277 mil cotistas, estão aplicados nos dois fundos conservadores de melhor desempenho de cada um dos bancos neste ano. Os outros R$ 171 bilhões, de 2,4 milhões de cotistas, estão nas carteiras mais caras e de desempenho pior.

A conta do potencial de R$ 678 milhões de ganho extra foi feita ao se comparar o retorno que cada carteira teve de fato, considerando o patrimônio médio e excluindo a variação por aportes e resgates, com o que os fundos piores teriam se a rentabilidade fosse igual à dos melhores fundos de cada banco. O resultado foi um retorno real de R$ 2,54 bilhões contra uma rentabilidade potencial de R$ 3,22 bilhões.

Essa conta do retorno potencial é bem conservadora, porque considera retorno de, no máximo, 80% do CDI obtido por essas aplicações.

Em um segundo cenário, considerando se os clientes mantivessem seu perfil de risco conservador, mas olhassem para fora dos grandes bancos e buscassem, por exemplo, uma conta remunerada ou CDB pagando 100% do CDI, teriam obtido retorno extra de R$ 1,8 bilhão.

Perda de Fundos DI Pós-fixado e de Crédito Privado publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com



Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões chega sob encomenda

Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões chega sob encomenda

Para comemorar a largada da 28ª edição do Rally dos Sertões, a maior competição do gênero das Américas, a Mitsubishi lançará uma edição especial de sua nova picape média, a L200 Triton Sport Sertões.

Com entregas apenas em março de 2021, os interessados podem iniciar as pré-reservas da picape hoje (30) no site da Mitsubishi. Sem definição de valores, a Triton Sport Sertões só estará disponível sob encomenda.

Joaquim Monteiro, CEO do Sertões, diz: “O sucesso de um grande evento pode ser medido pela longevidade de seus parceiros. Há 17 anos, o maior rally das Américas orgulha-se de ter como patrocinador a Mitsubishi, uma marca que representa como poucas o espírito off road do Sertões. A nova série especial da L200 é a consolidação dessa relação vencedora”.

Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões chega sob encomenda

Oferecida em pintura preta com detalhes em laranja, a Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões tem a lâmina superior da grade do Advanced Dynamic Shield e o skid plate em cor laranja. A picape tem ainda faixas decorativas no capô nessa mesma tonalidade.

A Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões tem faixas laterais de cor laranja com nomenclatura 4×4, assim como adesivos nas laterais da caçamba alusivos ao Rally dos Sertões. Na traseira, o para-choque é cinza e o degrau de acesso é laranja, tendo ainda o logotipo da competição.

As rodas de liga leve aro 18 polegadas possuem acabamento preto brilhante com detalhe em laranja, enquanto os retrovisores são cromados.

Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões chega sob encomenda

Por dentro, a Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões vem com moldura central do painel e difusores de ar na cor laranja, símbolo dos Sertões, assim como o logotipo da competição no lado do passageiro.

O ambiente revestido em couro nos assentos e portas, possui revestimento geral escurecido para ampliar a sensação de esportividade.

Equipada com motor diesel 2.4 MIVEC de 190 cavalos e 43,9 kgfm, a Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões tem transmissão automática de seis marchas com paddle shifts, além de tração 4×4 com reduzida e o sistema Super Select 4WD-II.

© Noticias Automotivas. A notícia Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões chega sob encomenda é um conteúdo original do site Notícias Automotivas.

Mitsubishi L200 Triton Sport Sertões chega sob encomenda publicado primeiro em https://www.noticiasautomotivas.com.br



Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

O Honda WR-V 2021 se renovou para seguir adiante quando os irmãos Fit e City já mudaram lá fora. Sem pensar no futuro, o crossover compacto traz aquilo que já deveria ter oferecido.

Com as mudanças visuais, o modelo atendeu aos pedidos e adicionou o VSA, que controla tração e estabilidade, além de segurar o carro na rampa.

As alterações trouxeram ainda rodas de liga leve aro 16, conjunto ótico em LED e mudanças no conteúdo, incluindo navegador GPS nativo e multimídia com Android Auto e CarPlay.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Na mecânica, o conhecido 1.5 i-VTEC se manteve com até 116 cavalos e o câmbio CVT. O Honda WR-V 2021 foi avaliado na versão topo de linha EXL, mas além da EX, tem agora a LX.

Preço? R$ 94.700 na EXL, mas a brincadeira começa em R$ 83.400 na novidade, a LX. Com o HR-V subindo de patamar – e ainda mais na próxima geração – o WR-V é a bola da vez.

Por fora…

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Embora baseado inteiramente no Fit, fato que deve acabar em seu sucessor, o Honda WR-V 2021 já tinha uma cara simpática e agora ficou melhor com os faróis de LED.

Neles, as luzes diurnas – também em LED – surgem em semicírculo envolvendo piscas e mais LED´s, enquanto o projeto único apresenta frisos no acabamento, dando uma boa impressão.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

A grade alta tenta passar uma imponência no crossover altinho, que ainda agrega proteções em cinza, envolvendo a carroceria e os faróis de neblina.

As saias de roda e as lanternas traseiras com LEDs reforçam a mudança, assim como as belas rodas aro 16. Com boa área envidraçada, o WRV-2021 tem ainda barras no teto.

Por dentro…

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

No interior, o ambiente continuou com a cara do Fit e como tal, o espaço interno é um de seus maiores atributos. Como a estrutura é de uma minivan, o WR-V saiu ganhando com isso.

Com habitáculo bem amplo, traz o mesmo painel do Fit, tendo cluster analógico com iluminação azul, cujo computador de bordo é acessado até hoje pela haste no conjunto.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

De boa empunhadura, o volante em couro da EXL é multifuncional e tem paddle shifts, outra novidade. Na multimídia, GPS integrado ajuda bastante quando a conexão de 4G cai.

Ele tem Android Auto e CarPlay também, bem como câmera de ré com três visualizações. Se a vaga for apertada, há sensor de estacionamento na frente.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Com boa ergonomia, acomoda bem em seus bancos revestidos em couro, o qual também se encontra nas portas. Tendo ar condicionado automático, ele esfria bem rápido e agrada nisso.

Para enriquecer essa versão, o WR-V EXL traz ainda prático rebatimento elétrico dos retrovisores e tem retrovisor interno eletrocrômico.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

O sistema de som com 4 alto-falantes e 2 tweeters é bom e adequado à proposta.  Para quem vai atrás, as pernas ficam sobrando, enquanto pode-se levar objetos altos ou longos.

Isso se dá com o sistema ULTra Seat, que rebate assento para cima e o encosto para baixo, facilitando o transporte de objetos longos, como pranchas ou bicicletas, mas até frigobar vai.

Já o porta-malas é suficiente para sua missão, tendo 383 litros e totalmente ampliável com o rebatimento do banco traseiro. Falando nisso, os dianteiros podem deitar, convertendo-se em camas.

Por ruas e estradas…

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

O Honda WR-V 2021 é um crossover de desempenho mediano. Em realidade, embora o motor não seja exatamente fraco, a transmissão é que poda boa parte de seu ânimo.

Esse é o L15A 1.5 i-VTEC de mais de 10 anos de estrada no Brasil, com um pouco mais de torque, é claro. São 15,2 kgfm na gasolina e 15,3 kgfm no etanol, que chegam aos 4.800 rpm.

Fica na média do mercado, assim como seus 115 cavalos na gasolina e 116 cavalos no álcool, que ocorrem a 6.000 rpm.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Contudo, o propulsor, de aspiração natural e injeção multiponto flex, se ressente da presença do câmbio CVT, que tem modo Sport e paddle shifts.

Nas saídas, ele é até esperto, como os mais recentes membros da família Fit, porém, a progressão é demasiada lenta e o giro sobe mais que o desempenho do carro.

Mesmo recorrendo ao modo Sport, o ruído apenas sobe enquanto o ponteiro se esforça para alcançar giros cada vez mais elevados até se estabilizar com o alívio do pé.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Usar os paddle shifts é interessante, mas não vai mudar a realidade do Honda WR-V 2021, pois ele continuará com um resultado aquém do desejável.

Pode-se mover o ponteiro até os 6.000 rpm, mas não se vai muito além. Falta mesmo um motor turbinado, que daria um bom gás nas retomadas e ultrapassagens.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

De todo modo ele não te abandona, desde que se respeite sua proposta. Se de um lado ele não corresponde, do outro ele atende muito bem.

Na economia, o WR-V 2021 é uma boa para um aspirado, fazendo fácil 11,3 km/l na cidade e 15,6 km/l na estrada, com gasolina, é claro. Não andamos com álcool, não é tão frugal assim.

Rodando a 110 km/h, a seleção virtual de sete marchas joga o giro para baixo, caindo a 2.000 rpm, garantindo conforto e a economia mencionada.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Entretanto, isso é no plano, pois, um aclive leve é suficiente para tira-lo da zona de conforto e meter o ponteiro em 3.000 rpm ou além.

Com posição de dirigir alta e boa área envidraçada, o Honda WR-V agrada ao volante, cuja direção elétrica é bem ajustada e leve. Mesmo sendo alto, inclina pouco nas curvas.

As rodas aro 16 polegadas ajudam, e em um caso mais extremo, o VSA auxilia a manter o carrinho na mão, algo que não acontecia no anterior.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Não é tão fácil chegar lá, mas basta uma chuva forte e uma estrada sinuosa para ver até aonde vai a toca do coelho. A suspensão é bem calibrada e reforçada para suportar nossa buraqueira.

Como característica principal, assim como no Fit, não é macia e os pneus 195/60 R16 não ajudam a filtrar parte disso, chegando mesmo a ressonar no habitáculo em pisos ruins…

Os freios atendem igualmente bem. Na média, o Honda WR-V 2021 é um carro com boa dirigibilidade e economia, nada além disso.

Por você…

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Se você precisa de espaço ou gosta de um ambiente amplo, o monovolume convertido em crossover lhe cai muito bem. Quanto a isso, não há rivais para o WR-V 2021, nem o T-Cross.

Tendo uma carroceria alta, ele agrada por ser pequeno, cabendo na maioria das vagas e ainda assim oferecendo um habitáculo de invejar SUV grande.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

Assim como o Fit, ele aproveita muito bem o espaço e a versatilidade lhe é peculiar. Com seis airbags e o VSA, agora o “SUVinho” da Honda está em dia com as prestações de segurança.

Pelo nível de conteúdo apresentado, ele também não está ruim, pena que a motorização mais fraca que a de players como T-Cross e Tracker o deixem num patamar abaixo.

Mas é aquilo, há quem goste da moderação, assim como do desempenho. Se este último for seu caso, então o WR-V não vai lhe agradar.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

O preço da EXL é alto, mas os citados passam longe disso. Quanto aos demais, pecam em espaço, mas principalmente, em preço.

Com a elevação dos preços, o WR-V teve de descer um degrau para também não ficar em desvantagem. Tendo boas vantagens e algumas decepções, esse Honda é apenas suficiente.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Honda WR-V EXL 1.5 AT 2021

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha, flex

Cilindrada – 1496 cm³

Potência – 115/116 cv a 6.000 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 15,2/15,3 kgfm a 4.800 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – CVT com simulação de 7 marchas com trocas manuais no volante

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 12,3 segundos

Velocidade máxima – 168 km/h

Rotação a 110 km/h – 2.000 rpm

Consumo urbano – 11,3 km/litro (gasolina)

Consumo rodoviário – 15,6 km/litro (gasolina)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Eixo de torção

Elétrica

Freios

Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 16 com pneus 195/60 R16

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.068 mm

Largura – 1.734 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.599 mm

Entre eixos – 2.555 mm

Peso em ordem de marcha – 1.130 kg

Tanque – 45 litros

Porta-malas – 383 litros

Preço: R$ 94.700 (versão avaliada)

Honda WR-V 2021 – Galeria de fotos

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia
Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia

© Noticias Automotivas. A notícia Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia é um conteúdo original do site Notícias Automotivas.

Avaliação: Honda WR-V EXL 2021 atende somente pelo espaço e economia publicado primeiro em https://www.noticiasautomotivas.com.br