sexta-feira, 31 de julho de 2020

Fisker anuncia mais três modelos elétricos que podem ter base VW

Fisker anuncia mais três modelos elétricos que podem ter base VW

A Fisker Inc está prometendo mais três modelos para depois do lançamento do crossover Ocean. Eles surgirão entre 2023 e 2025, contudo, eles terão uma característica diferente, segundo Henrik Fisker.

Não seguindo uma linha de estilo único, ele diz que os produtos “terão seu caráter único, afastando-se da convenção da indústria automobilística de criar produtos similares, apenas em tamanhos diferentes” .

Entre estes três modelos, a Fisker promete um sedã superesportivo e um crossover com a mesma pegada. Entretanto, o que chama atenção é a uma picape elétrica. Como se pode ver na imagem divulgada pela empresa, a utilitária permanece oculta.

Já dos outros dois produtos, apenas o Emotion Concept, gerado em 2017, é totalmente conhecido. O crossover esportivo é um produto inédito, que a Fisker deixou como um spoiler do que vem por aí.

Fisker anuncia mais três modelos elétricos que podem ter base VW

Henrik Fisker explica a opção radical em não seguir uma linha de estilo: “Quando criamos a Fisker Inc., decidimos criar uma empresa que poderia oferecer mobilidade elétrica como um serviço, mas o fazemos através de uma variedade de veículos altamente emocionais e diferenciados”.

Com 7.062 reservas com sinal feitas para o Fisker Ocean em julho, acima da meta de 5.000, esperada pela marca, a empresa foca em um modelo de negócios também diferente, como Henrik mesmo conta: “Juntamente com nosso inovador programa de locação, poderemos oferecer uma variedade de produtos para atender a uma ampla variedade de clientes em diversos pontos orçamentários”.

Tendo um preço inicial de US$ 37.499, o Ocean iniciará sua produção em 2022, porém, a Fisker negocia com a Volkswagen a liberação da plataforma modular MEB, que sustenta o protótipo, feito pela ItalDesign (do grupo alemão). Se o acordo der certo, as chances dos demais – ou pelo menos alguns deles – usarem a mesma plataforma serão maiores.

Sobre a picape elétrica da Fisker, outro ponto que chama atenção é que a ideia de uma picape elétrica até agora não foi vislumbrada pela Volkswagen. Como o projeto da Atlas Tanoak foi por água abaixo nos EUA, o produto de Henrik Fisker poderia servir de case para a marca alemã.

[Fonte: Carscoops]

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quinta-feira, 30 de julho de 2020

T-Cross lidera mercado nas parciais de julho

T-Cross lidera mercado nas parciais de julho

Nas parciais de julho, até o dia 29, o T-Cross lidera o mercado nacional e até com alguma folga em relação ao Onix, que geralmente fica no topo, mas que desde que a pandemia começou, tem sofrido alguns golpes.

Depois dele, aparece o HB20, botando uma boa vantagem sobre o quarto, que é o Tracker. Logo atrás, o Onix Plus aparece seguido pelo Argo. Renegade e Compass estão juntos novamente no Top 10, Gol e Ka fecham o grupo. Essa dupla caiu bem com a crise.

Creta, Kwid e Polo aparecem próximos, assim como o Mobi. O Corolla aparece na 15ª posição, sem esperanças de voltar ao Top 10. Virtus, Kicks e HR-V surgem na sequência, com Ka Sedan e EcoSport fechando o Top 20.

Nos comerciais leves, a Strada – ainda mais agora com a nova geração – continua onde sempre está, na ponta do mercado, seguida fielmente pela Toro.

T-Cross lidera mercado nas parciais de julho

A Saveiro voltou ao seu terceiro posto, com Hilux mais abaixo. A Ranger perde o ímpeto em avançar e deixa a S10 se aproximar. Quem realmente subiu de nível foi a L200, indicando que a mudança para Triton Outdoor deu certo.

A Montana vende bem em julho, enquanto a Amarok caiu para a 10 posição. Mesmo assim, ela ainda tem certa vantagem sobre a Frontier. A Oroch voltou a respirar e ficou em 13ª, ainda longe do Top 10, mas pelo menos não está perto da lanterna do Top 20.

Os comerciais leves de HR até o K2500, tiveram até agora boas vendas em julho.

Confira abaixo os 20 automóveis e 20 comerciais leves mais vendidos nas parciais de julho de 2020:

Automóveis

  1. T-Cross – 9.316 unidades
  2. Onix – 8.587
  3. HB20 – 7.119
  4. Tracker – 5.384
  5. Onix Plus – 4.561
  6. Argo – 4.266
  7. Renegade – 4.218
  8. Compass – 4.212
  9. Gol – 3.919
  10. Ka – 3.767
  11. Creta – 3.632
  12. Kwid – 3.275
  13. Polo – 3.244
  14. Mobi – 3.025
  15. Corolla – 2.904
  16. Virtus – 2.385
  17. Kicks – 2.106
  18. HR-V – 2.103
  19. Ka Sedan – 1.960
  20. EcoSport – 1.869

Comerciais Leves

  1. Strada – 5.875 unidades
  2. Toro – 3.856
  3. Saveiro – 2.528
  4. Hilux – 2.080
  5. Ranger – 1.579
  6. S10 – 1.419
  7. Fiorino – 1.220
  8. L200 – 1.127
  9. Montana – 901
  10. Amarok – 712
  11. Frontier – 533
  12. HR – 452
  13. Oroch – 409
  14. Delivery Express – 395
  15. Ducato – 390
  16. Master – 389
  17. K2500 – 264
  18. Daily 35-150 – 157
  19. Expert – 146
  20. Sprinter 416 – 141

[Fonte: Fenabrave]

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Honda GL 1800 Gold Wing agora reproduz Google Android Auto

Honda GL 1800 Gold Wing agora reproduz Google Android Auto

A Honda GL 1800 Gold Wing 2020 é quase um carro sobre duas rodas. A big touring da marca japonesa foi a primeira moto do mundo a dispor de sistema Apple CarPlay. Agora, ela assume também o Google Android Auto.

O interessante dessa aplicação é que o piloto pode conectar o smartphone por meio de USB ou Bluetooth, projetando assim o ambiente do Android Auto na tela da multimídia no painel do enorme motocicleta.

Honda GL 1800 Gold Wing agora reproduz Google Android Auto

Para permitir uma pilotagem mais segura, ainda mais que a Honda GL 1800 Gold Wing tem diversos comandos a bordo, o piloto pode acessar as funcionalidades do Android Auto por meio de comandos de voz.

Assim, música, agenda, navegadores, mensagens, entre outros, não precisarão de toques manuais para o manuseio seguro. Para quem já tem a Honda GL 1800 Gold Wing, basta atualizar a multimídia em uma concessionária Honda gratuitamente ou faze-lo usando o site nesse endereço.

O download da atualização da multimídia exige um pen drive de 16 GB, porém, toda a atualização – seja na revenda ou por download – faz a multimídia voltar para o padrão original de fábrica.

Honda GL 1800 Gold Wing agora reproduz Google Android Auto

Pesando nada menos que 369 kg, a Honda GL 1800 Gold Wing é uma estradeira clássica com história desde 1975 e com produção americana de 1980 a 2010, quando foi transferida para o Japão.

Com mais de 2,5 m de comprimento, a motocicleta da Honda tem um motor boxer de seis cilindros com 1.833 cm3 e 126 cavalos a 5.500 rpm, além de 17,3 kgfm a 4.500 rpm. Seu câmbio é de dupla embreagem com sete marchas.

Honda GL 1800 Gold Wing agora reproduz Google Android Auto

Custando a partir de R$ 162.612, a Honda GL 1800 Gold Wing tem uma série de recursos que tornam a viagem de piloto e garupa muito mais agradável e segura, tais como Walking Mode para movimentação lenta da moto e quatro modos de pilotagem (Tour, Sport, Rain e Econ).

Mas não fica por aí, a Honda GL 1800 Gold Wing tem ainda aquecimento dos bancos e manoplas, sistema de áudio com alto-falantes externos e áudio individual, 110 litros de porta-bagagens, tanque de 21 litros e tem até airbag para o piloto.

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Gabriel García Márquez – Mundo Educação

Vencedor do Prêmio Nobel de literatura, Gabriel García Márquez foi o principal autor do realismo fantástico latino-americano e autor do romance “Cem anos de solidão”.
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Bilionário empobrece e enriquece de acordo com as flutuações das cotações de suas ações

Arícia Martins (Valor, 28/07/2020) informa: no epicentro da crise de saúde e econômica, América Latina e Caribe enfrentam forte perda de renda por causa da pandemia, mas o impacto da covid-19 não é igual para todas as camadas da população. Segundo levantamento da Ofxam, a fortuna de 73 bilionários da região aumentou US$ 48,2 bilhões entre março e meados de julho – uma alta de 17%. No seleto grupo de mais ricos, 42 estão no Brasil. De acordo com a ONG, o patrimônio dos bilionários brasileiros cresceu US$ 34 bilhões no período, para US$ 157,1 bilhões.

Os números fazem parte de relatório Nota informativa da Oxfam – Quem Paga a Conta. Para calculá-los, a Oxfam se baseou em dados da “Forbes”, que publica a lista anual de bilionários e possui ranking que acompanha as fortunas em tempo real. Os ganhos dos latino- americanos mais abastados em meio à pandemia foram estimados comparando-se sua riqueza líquida entre 18 de março e 12 de julho.

Os US$ 48,2 bilhões a mais registrados no período representam mais de um terço (38%) do total dos pacotes de estímulo de todos os países da América Latina e do Caribe, diz a Oxfam. O montante equivale, ainda, a nove vezes os empréstimos de urgência do Fundo Monetário Internacional (FMI) à região até o momento, segundo a ONG.

Desde o começo das medidas de quarentena para conter o avanço da covid-19, oito novos bilionários surgiram na região. Em contraste, afirma a entidade, estima-se que até 52 milhões de pessoas na América Latina e Caribe passarão a ser pobres com a crise e 40 milhões podem perder seus empregos.

Em um primeiro momento, diz o relatório, o portfólio de ativos financeiros da elite foi afetado pela trajetória negativa das bolsas mundiais, que sofreram em 12 de março a maior queda de sua história. Em poucos dias, o contágio atingiu os mercados latino-americanos, que recuaram entre 10 e 15%, observa a Oxfam.

“No entanto, suas fortunas são um antídoto que lhes permite contar com uma capacidade de reação para rapidamente recolocar seus investimentos em ativos mais seguros ou rentáveis, assim como aproveitar as oportunidades do mercado”, diz a entidade.

Em box do relatório, a ONG ressalta que a situação por aqui já era preocupante antes da pandemia, que deve agravar o quadro. “A trajetória do vírus é uma fotografia das profundas desigualdades do país”. Na vice-liderança mundial de número de casos e mortes, o Brasil tinha 40 milhões de trabalhadores informais e 12 milhões de desempregados antes da doença chegar ao país. Com o aumento da taxa de desemprego, que pode dobrar, os mais pobres serão os mais afetados, segundo a Ofxam.

No documento, a entidade afirma que o Brasil precisa de uma reforma tributária que tenha como prioridade a redução das desigualdades, mas avalia que as discussões no Congresso sobre o tema têm se concentrado apenas na simplificação da tributação sobre o consumo.

Para fazer frente aos impactos sociais e econômicos da pandemia na região, a ONG propõe uma série de medidas. A principal é a criação de um imposto sobre grandes fortunas. Outras sugestões são cobrar, de forma temporária, um imposto sobre resultados extraordinários de grandes empresas, taxar empresas digitais e reduzir tributos que pesam mais para pessoas de baixa renda, como os que incidem sobre os produtos da cesta básica e de uso sanitário.

 

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Izera: Polônia estreia marca de carros elétricos com hatch e SUV

Izera: Polônia estreia marca de carros elétricos com hatch e SUV

A Polônia não é conhecida apenas por fazer os clássicos ex-Pacto de Varsóvia da FSO, Daewoo Motor Poland ou mesmo da Fiat Chrysler, de onde sai o Fiat 500. O país emprega 200 mil pessoas no setor automotivo, que representa 7% do PIB do país.

Muitos fabricantes já passaram ou ainda estão por lá, mas agora tem coisa nova: Izera. Essa a nova marca polonesa que surge para atuar no segmento de carros elétricos.

Izera: Polônia estreia marca de carros elétricos com hatch e SUV

Criada pela empresa ElectroMobility Poland, a Izera terá inicialmente dois produtos no mercado europeu, sendo um hatchback e um SUV, ambos 100% elétricos.

De acordo com marca, os dois modelos podem ir de 0 a 100 km/h em 8 segundos e alcançar 400 km no ciclo WLTP. Terão ainda sistema com reconhecimento de sinais de trânsito e alerta de colisão, entre os dispositivos de segurança.

A dupla também apresenta cluster digital e multimídia com tela ampla, assim como volante aquecido, alavanca de câmbio tipo joystick, modo de recuperação de energia, mesinhas de refeições (SUV), entre outros.

Izera: Polônia estreia marca de carros elétricos com hatch e SUV

A Izera não dá muitos detalhes sobre a parte técnica dos carros, apenas dados de aceleração e autonomia. De qualquer forma, o projeto em si já é um avanço enorme para o mercado automotivo polonês.

Com grandes incentivos fiscais dos governos europeus, várias empresas do setor automotivo ou startup ganham impulso para poder criar suas próprias marcas de carros elétricos independentes de grandes fabricantes.

Izera: Polônia estreia marca de carros elétricos com hatch e SUV

Bem diferente do passado, quando apenas com ajuda técnica de grandes montadoras, era possível desenvolver uma marca do zero, lembrando a época em que o Fiat 126 começou a ser feito no país, por exemplo.

Hoje, a tecnologia para desenvolvimento e produção de carros elétricos está acessível para quem tem recursos para investir. Com a pressão da União Europeia sobre o setor automotivo com média de 95 g/km de CO2 por fabricantes, a eletrificação se tornou algo necessário. A Turquia, por exemplo, lançou a TOGG. E o Brasil? Quanto terá a sua marca?

Izera – Galeria de fotos

Izera: Polônia estreia marca de carros elétricos com hatch e SUV
Izera: Polônia estreia marca de carros elétricos com hatch e SUV
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Nissan Magnite é flagrado sem camuflagem na Índia

Nissan Magnite é flagrado sem camuflagem na Índia

O Nissan Magnite foi flagrado na Índia sem camuflagem. O SUV subcompacto da marca japonesa estreará este ano naquele mercado, mas sua avant-première será mundial, uma vez que também será feito em outros lugares.

Com plataforma modular CMF-A+, ele compartilhará componentes com o Renault Kiger, que também fará sua aparição inicialmente na Índia. Tendo um potencial enorme, o Magnite é um dos 12 produtos globais que a montadora prepara para os próximos meses.

Nissan Magnite é flagrado sem camuflagem na Índia

Neste flagrante, a versão de produção mostra que tem mesmo muito do conceito apresentado recentemente. Os faróis de LED monoparabola possuem ainda assinatura em LED. Já a grade hexagonal é a nova identidade da Nissan.

Com ela, foram introduzidas barras cromadas que envolvem quase todo o conjunto, que ainda tem grelha estilizada. Para realçar a proposta visual, frisos cromados em forma de bumerangue foram introduzidos nas extremidades do para-choque.

A parte inferior tem um acabamento diferente com entrada de ar central, protetor inferior em cinza e duas pequenas molduras triangulares. Os retrovisores, por exemplo, se apoiam nas portas. No teto, as barras longitudinais estavam cobertas.

Nissan Magnite é flagrado sem camuflagem na Índia

O Nissan Magnite terá 3,99 m de comprimento, mas seu entre-eixos é desconhecido ainda. Acredita-se que fique entre 2,59 m e 2,64 m. Seu porta-malas também não tem volume ainda declarado, mas deve ficar entre 350 e 400 litros.

Por dentro, o Magnite focará na conectividade com multimídia dotada de Android Auto e CarPlay, além de tela de 8 polegadas ou maior. O visual deverá ter toques esportivos e cores vibrantes para atrair a atenção de consumidores jovens.

Nissan Magnite é flagrado sem camuflagem na Índia

Seus motores deverão ser 1.0 TCe com 95 cavalos, além de diesel com 1.5 litro e até 100 cavalos. O câmbio CVT X-Tronic está praticamente certo.

Na Índia, o Nissan Magnite não terá vida fácil, visto que chegam modelos como Kia Sonet, Hyundai Venue, Maruti Brezza, Tata Nexon, Mahindra XUV100, Ford EcoSport, Honda WR-V e o próprio Renault Kiger, entre outros.

[Fonte: Worldscoop]

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