quarta-feira, 1 de julho de 2020

Cronos 2019: preços, versões, motor, consumo, fotos, revisão, etc

Cronos 2019: preços, versões, motor, consumo, fotos, revisão, etc

O Fiat Cronos 2019 chegou para suceder o Fiat Grand Siena, sedã compacto que desde 2012 era o principal produto da marca italiana nesse segmento, tendo ele herdado o lugar do antigo Fiat Siena.

Com um projeto feito totalmente no Brasil, tendo pouca assistência da matriz em Turim, o Cronos 2019 chegou para acirrar a disputa no segmento de sedãs compactos premium, onde VW Virtus, Toyota Yaris Sedan e Chevrolet Onix Plus brilham.

Fabricado em Córdoba, na Argentina, o Cronos é um sedã com linhas bem expressivas, seguindo as linhas do Argo, seu irmão mais velho. A receita foi bem interessante, apesar de não ter deslanchado no mercado, como se esperava.

Medindo 4,364 m de comprimento, 1,726 m de largura, 1,507 m de altura e 2,521 m de entre eixos, o compacto da Fiat não cresceu muito em relação ao Grand Siena, que mede 4,29 m, por exemplo.

Mesmo no entre-eixos, o ganho foi bem pouco: 2,51 m no Grand Siena. Já no argumento de compra principal, que é o porta-malas, o Cronos 2019 só conseguiu acrescentar 5 litros ao bagageiro, que mede 525 litros ocupando todos os espaços.

O projeto do Fiat Cronos foi moldado sobre a antiga plataforma do Punto, que já era uma mescla do modelo europeu com partes do Palio nacional. A Fiat teve que modificar muito e reforçar essa base, a fim de torna-la novamente eficiente.

Batizada de MP1, essa estrutura recebeu mais aços de alta resistência e reforços que permitem ao modelo ter um nível de segurança maior que o antigo Punto, só que mesmo assim, o sedã compacto só levou 3 estrelas no Latin NCAP.

Mais rígido que o Grand Siena, o Cronos 2019 ganhou alterações nessa MP1 para poder adicionar tecnologias como Start&Stop, multimídia Uconnect 7 com Wi-Fi e 4G (que serão instalados no futuro) e seis airbags.

Também foi possível a instalação de controles de tração e estabilidade, bem como assistente de partida em rampa. Ainda que, com tais avanços, o sedã pecou em algumas coisas, como o câmbio automatizado GSR-Comfort, um Dualogic Plus.

Sem opção de motor 1.0 Firefly, o Cronos 2019 meio que deixou de vender mais por causa do Grand Siena, que ainda continua com sua opção 1.0 Fire, mas sem o mesmo atrativo de antes.

Falando em motores, ele começa com o Firefly 1.3 com até 109 cavalos, além do E.torQ Evo com até 136 cavalos. Este último trouxe o conforto do câmbio automático Aisin de seis marchas, o que elevou a imagem da marca nesse sentido.

Como não teve opção ao GSR-Comfort no motor 1.3, também devido ao seu baixo torque, a Fiat decidiu focar nos clientes PCD adicionando o 1.8 com câmbio automático na versão Drive, o que ajudou muito quem buscava uma opção melhor.

Bonito por fora e por dentro, o Cronos 2019 terá de aguardar o Firefly 1.0 Turbo para realmente dispor de um desempenho bom, entregando assim 120 cavalos e 19,4 kgfm, além de automático de seis marchas.

Dessa forma, as versões 1.8 e algumas das 1.3 devem desaparecer junto com o câmbio GSR-Comfort. Outra possibilidade, essa mais real, é a opção 1.0 aspirada para o Cronos, ocupando o lugar deixado pelo Grand Siena, quando esse se for.

Falando nele, quando isso ocorrer, o Cronos deve receber preparação no motor Firefly 1.3 para receber kit gás, já que a Fiat não deve retornar com a versão Tetrafuel, que ficou famosa nas duas gerações do Siena.

Por ora, o Fiat Cronos oferece uma gama de versões que incluem uma opção de acesso sem denominação, assim como as versões Drive e Precision, lembrando que a HGT só chegou ao modelo na linha 2020.

Cronos 2019 – detalhes

Cronos 2019: preços, versões, motor, consumo, fotos, revisão, etc

O Cronos 2019 é um exercício de estilo da Fiat, empregando elementos estéticos expressivos, que tornam o carro atraente visualmente. Ele ainda tem alguns itens exclusivos no design emocional, essência da cultura italiana.

Na frente, o sedã compacto possui faróis de dupla parábola com máscara negra e grade retangular com acabamento em preto brilhante e elementos estéticos exclusivos.

O para-choque tem linhas bem pronunciadas, que criam uma boca na parte inferior, devidamente decorada com os mesmos elementos estéticos da grelha superior.

Dependendo da versão, pode receber um friso cromado sobre o conjunto, que se estende para as laterais. Molduras pretas com faróis de neblina ficam posicionadas nas extremidades do para-choque.

Tal como o protetor frontal, o capô tem diversos vincos acentuados. Com uma carroceria bem delineada até a traseira, o Cronos 2019 apresenta teto com vincos e colunas B em preto ou preto brilhante, dependendo da versão.

Os retrovisores possuem repetidores de direção e podem ter rebatimento elétrico, enquanto as maçanetas são na cor do carro ou cromadas. Com colunas C estreitas, o Cronos 2019 tem porta-malas pouco proeminente e alto.

Dotado de lanternas quase triangulares com extensões sobre a tampa do bagageiro, o Fiat Cronos tem iluminação por feixes de LED e parte inferior do conjunto, recuado para abrigar a placa de identificação.

O para-choque pronunciado é envolvente e tem refletores integrados, além de parte inferior em preto. No Cronos 2019, as rodas de liga leve aro 15 polegadas podem ter liga leve, montadas com pneus 185/60 R15.

Ainda há um modelo de roda de liga leve com aro 16 polegadas na versão Precision, tendo pneus 195/55 R16. Por fim, como opcional, a roda aro 17 polegadas com raios bem pronunciados, têm pneus 205/45 R17.

O Cronos 2019 tem um interior bem moderno, embora não seja muito amplo, dado que o compacto cresceu muito pouco em comprimento e tenha um entre-eixos mediano se comparado a players como VW Virtus e Chevrolet Onix Plus.

O painel do modelo tem linhas bem modernas e expressivas, chamando atenção para os três difusores de ar circulares e com os exteriores retangulares e cromados.

Além disso, atrai o olhar para o acabamento central em cor marrom brilhante, envolvendo as saídas de ar centrais. No Siena, há uma display elevado com tela de 7 polegadas sensível ao toque.

Essa tonalidade marrom é presente na versão Precision, enquanto a Drive vem em cinza brilhante, que também foi estendido ao Cronos 1.3 de acesso.

Ela pertence ao sistema Uconnect com programas Google Android Auto e Apple CarPlay. O cluster analógico tem mostradores claros, tendo ainda displays centralizados de 3,5 ou 7 polegadas.

Este último é um display configurável que possui diversas funcionalidades e reproduz até mapas de navegação, assim como apresentações das estações climáticas do ano.

Logo abaixo dos difusores de ar, ficam botões com funcionalidades diversas, além de ar condicionado, que pode ser manual ou automático. Entrada USB com fonte auxiliar ficam próximas da alavanca de câmbio.

No caso da versão GSR, o câmbio automatizado não dispõe de alavanca, mas de botões num fundo em preto brilhante, remanejando o fraco porta-copos, assim como as entradas USB e auxiliar.

Esta pode ter acabamento em couro, tanto no manual quanto no automático. O volante tem ajustes em altura e profundidade, mas não em todas as versões, tendo ainda comandos multifuncionais.

A direção do Cronos 2019 é um conjunto usado também pela Jeep, tendo ajustes de mídia e áudio na parte de trás do aro, onde também ficam os paddle shifts na versão automática.

Na frente da direção, comandos de computador de bordo, piloto automático com limitador e telefonia estão presentes. O acabamento pode ser em couro.

As portas possuem desenhos envolventes e comandos dos vidros e retrovisores, sendo os das janelas one touch. Os espelhos externos podem ser rebatíveis eletricamente, dependendo da versão.

O acabamento das portas segue o padrão dos assentos, que podem ter revestimento em couro também. O assento do condutor tem ajuste em altura e também apoio de braço retrátil.

Dentro do Fiat Cronos 2019, o teto é claro, junto com as colunas, enquanto a parte inferior é preta. Os plásticos possuem texturas personalizadas e maçanetas de cor preta ou cinza.

O sistema de som tem seis alto-falantes e os lugares possuem todos cintos de 3 pontos e apoio de cabeça. Atrás, o banco é bipartido (menos nas versões de acesso) e Isofix.

No teto, luzes de leitura, espelhos com para-sóis iluminados e microfone do Bluetooth. Já no porta-malas, o Cronos tem um grande volume, levando 525 litros e mais o estepe, que é temporário, colocado sob o assoalho.

Cronos 2019 – versões

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  • Fiat Cronos 1.3
  • Fiat Cronos Drive 1.3
  • Fiat Cronos Drive 1.3 GSR
  • Fiat Cronos Drive 1.8
  • Fiat Cronos Precision 1.8
  • Fiat Cronos Precision 1.8 AT

Equipamentos

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Fiat Cronos 1.3 – Motor 1.3 com câmbio manual de cinco marchas, mais vidros dianteiros elétricos, travamento central elétrico, espelhos externos com controle interno, ar condicionado, direção elétrica, cintos de segurança de 3 pontos, Isofix, apoios de cabeça para todos, freios ABS com EDB, airbag duplo, banco do motorista com ajuste de altura, coluna de direção com ajuste em altura, luz de frenagem de emergência, rodas de aço aro 15 polegadas com calotas, pneus 185/60 R15, bancos em tecido, painel em cinza brilhante, display TFT de 3,5 polegadas, volante com comandos de mídia e telefonia, monitoramento de pressão dos pneus, sistema de rádio Connect com USB e Bluetooth, computador de bordo, entre outros.

Fiat Cronos Drive 1.3 – Itens acima, mais multimídia Uconnect com tela de 7 polegadas e entrada USB para o banco traseiro.

Opcionais: Câmera de ré, sensor de estacionamento, vidros traseiros elétricos, retrovisores externos com controle elétrico, espelhos externos com função tilt down e repetidores de direção, alarme, faróis de neblina, banco traseiro bipartido e rodas de liga leve aro 15 polegadas.

Fiat Cronos Drive 1.3 GSR – Itens do Drive 1.3, mais câmbio automatizado GSR-Comfort com cinco marchas e modo Sport, volante multifuncional com paddle shifts, piloto automático com limitador, controle de tração, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa, Start&Stop, luz ambiente interna, retrovisores externos com controle elétrico, espelhos externos com função tilt down e repetidores de direção, vidros traseiros elétricos e apoio de braço para o motorista.

Opcionais: banco traseiro bipartido, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 15 polegadas, alarme, câmera de ré e sensor de estacionamento.

Fiat Cronos Drive 1.8 AT – Itens do Drive 1.3, mais motor 1.8 e transmissão automática de seis marchas com mudanças manuais na alavanca ou volante (paddle shifts), além de câmera de ré, alarme, sensor de estacionamento, retrovisores externos com controle elétrico, espelhos externos com função tilt down e repetidores de direção, Start&Stop, controle de tração, controle de estabilidade e assistente de partida em rampa.

Opcionais: banco traseiro bipartido, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 16 polegadas, piloto automático com limitador, vidros traseiros elétricos e apoio de braço para o motorista.

Fiat Cronos Precision 1.8 – Itens do Drive 1.8 automático, incluindo opcionais, mais luzes diurnas em LED, coluna de direção com ajuste em profundidade, acabamento interno em cor marrom, bancos com padronagem diferenciada em tecido, volante/alavanca/apoio de braço em couro, detalhes cromados no exterior e destacados no interior, entre outros.

Opcionais: sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, ar condicionado digital, chave eletrônica com acesso presencial, botão de partida, bancos em couro, maçanetas e detalhes cromados, rodas de liga leve aro 17 polegadas e airbags laterais.

Fiat Cronos Precision 1.8 AT – Itens acima, mais transmissão automática de seis marchas com mudanças manuais na alavanca ou volante (paddle shifts), além de maçanetas e detalhes cromados.

Opcionais: Os mesmos do Precision manual, exceto detalhes cromados.

Preços

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  • Fiat Cronos 1.3 – R$ 53.990
  • Fiat Cronos Drive 1.3 – R$ 55.990
  • Fiat Cronos Drive 1.3 GSR – R$ 60.990
  • Fiat Cronos Drive 1.8 AT – R$ 68.790
  • Fiat Cronos Precision 1.8 – R$ 62.990
  • Fiat Cronos Precision 1.8 AT – R$ 69.990

Cronos 2019 – motor

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O Cronos 2019 é um sedã compacto que tem dois motores diferentes no mercado brasileiro, embora esteja aguardando com expectativa a chegada da variante mais sofisticada de um deles.

O Firefly é o menor deles, sendo um projeto chamado GSE (Global Small Engine), que tem como destaque o compartimento de pistão e curso do mesmo nos blocos de três e quatro cilindros.

Fabricado inteiramente em alumínio, ele possui no Brasil, cabeçote de duas válvulas por cilindro com comando único acionado por corrente, além de injeção eletrônica multiponto, num conjunto mais simples possível.

Na Europa, o Firefly tem turbocompressor, injeção direta de combustível, intercooler e cabeçote com quatro válvulas por cilindro, acionadas por dois comandos variáveis eletronicamente com a tecnologia MultiAir.

Aqui, o Cronos 2019 tem opção 1.3 com quatro cilindros e 8 válvulas, tendo 1.332 cm3 de volume e taxa de compressão de 13,2:1, entregando no álcool 109 cavalos e 14,2 kgfm, obtidos a 6.250 rpm e 3.500 rpm.

Na gasolina, o Firefly 1.3 entrega 101 cavalos e 13,7 kgfm, ambos nas mesmas rotações do álcool. Esse propulsor trabalha com câmbio manual de cinco marchas ou automatizado GSR-Comfort.

Este último vem com atuador eletro-mecânico que aciona quase que simultaneamente embreagem monodisco a seco e o acionar mecânico de marchas da transmissão, que continua sendo manual, porém, com automação das trocas.

O GSR-Comfort traz opção de mudanças manuais no volante (paddle shifts) ou automática, sendo este no modo normal ou Sport, que muda a programação do motor para dar mais ênfase em potência e torque.

Esse dispositivo traz também a função Creeping, que permite rolagem do veículo quando engatado, o que ajuda em pequenos aclives, apesar do assistente de partida em rampa.

Também tem uma função de dupla redução de marcha quando detecta que o motorista tem a pretensão de ganhar velocidade novamente. O dispositivo é acionado por botões.

Já o segundo motor é o E.torQ Evo, que é um projeto originalmente adquirido da Tritec. Esta, por sua vez, era uma joint-venture entre BMW e Chrysler, que desenvolveu dois motores, um 1.4 e ou 1.6, que tinha uma versão supercharger.

A Fiat comprou das duas empresas antes mesmo de se envolver com a Chrysler em 2009, no resgate da montadora americana, patrocinado pelo governo americano.

Da Tritec, cuja fábrica de Campo Largo passou para a Fiat, posteriormente FCA, deixou de fazer o 1.4 e converteu o 1.6 no E.torQ, recebendo modificações da marca italiana como tecnologia flex, por exemplo.

Além do 1.6, que a Fiat deixou de comercializar no Brasil, embora ainda o venda na Europa, no modelo Tipo, a marca lançou o E.torQ 1.8, que recebeu atualização “Evo”.

Com quatro cilindros, quatro válvulas por cilindro, comando único no cabeçote acionado por corrente. O 1.8 tem 1.747 cm3 e entrega 135/139 cavalos e 18,8/19,3 kgfm, conseguidos em 5.750/3.750 rpm.

Ele trabalhava com câmbio manual de cinco marchas, mas agora só com o automático de seis marchas, tendo este conversor de torque e paddle shifts.

Desempenho

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  • Fiat Cronos 1.3 MT – 11,5 segundos e 183 km/h
  • Fiat Cronos 1.3 GSR – 11,5 segundos e 183 km/h
  • Fiat Cronos 1.8 MT – 9,2 segundos e 198 km/h
  • Fiat Cronos 1.8 AT – 9,9 segundos e 196 km/h

Consumo

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  • Fiat Cronos 1.3 MT – 8,5/10,3 km/l e 12,4/14,8 km/l
  • Fiat Cronos 1.3 GSR – 8,6/10,3 km/l e 12,4/14,4 km/l
  • Fiat Cronos 1.8 MT – 7,2/9,6 km/l e 11,6/13,8 km/l
  • Fiat Cronos 1.8 AT – 7,2/9,6 km/l e 10,3/13,3 km/l

Cronos 2019 – manutenção e revisão

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Revisão 10.000 km 20.000 km 30.000 km 40.000 km 50.000 km 60.000 km Total
1.3 8V R$ 300,00 R$ 548,00 R$ 472,00 R$ 1.192,00 R$ 488,00 R$ 684,00 R$ 3.684,00
1.8 16V R$ 368,00 R$ 616,00 R$ 540,00 R$ 812,00 R$ 560,00 R$ 1.268,00 R$ 4.164,00

Cronos 2019 – ficha técnica

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Motor 1.3 8V 1.8 16V
Tipo
Número de cilindros 4 em linha 4 em linha
Cilindrada em cm3 1332 1747
Válvulas 8 16
Taxa de compressão 13,2:1 12,5:1
Injeção eletrônica Indireta Flex Indireta Flex
Potência máxima 101/109 cv a 6.250 rpm (gasolina/etanol) 135/139 cv a 5.750 rpm (gasolina/etanol)
Torque máximo 13,7/14,2 kgfm a 3.500 rpm (gasolina/etanol) 18,8/19,3 kgfm a 3.750 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão
Tipo Manual de 5 marchas ou automatizada de 5 marchas Manual de 5 marchas ou automática de 6 marchas
Tração
Tipo Dianteira Dianteira
Direção
Tipo Elétrica Elétrica
Freios
Tipo Discos dianteiros e tambores traseiros Discos dianteiros e tambores traseiros
Suspensão
Dianteira McPherson McPherson
Traseira Eixo de torção Eixo de torção
Rodas e Pneus
Rodas Aço ou liga leve, aro 15 polegadas Liga leve, aro 16 ou 17 polegadas
Pneus 185/60 R15 195/55 R16 ou 205/45 R17
Dimensões
Comprimento (mm) 4.364 4.364
Largura (mm) 1.726 1.726
Altura (mm) 1.507 1.507
Entre eixos (mm) 2.521 2.521
Capacidades
Porta-malas (L) 525 525
Tanque de combustível (L) 48 48
Carga (Kg) 400 400
Peso em ordem de marcha (Kg) 1.139 (MT), 1.159 (AMT) 1.248 (MT), 1.271 (AT)
Coeficiente aerodinâmico (cx) 0,34 0,34

Cronos 2019 – fotos

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Paralisia Política Devido à Polarização Intolerante

Nos três capítulos anteriores, Atif Mian e Amir Sufi avaliaram as políticas em potencial possíveis de os governos implementar quando ocorrer uma crise de perdas alavancadas. Salvar os bancos a qualquer custo é contraproducente.

A política monetária e a política fiscal ajudam, mas são inferiores a um ataque direto à dívida das famílias. Este é, afinal, o principal problema nos Estados Unidos – não no Brasil. Aqui, o problema maior é a alavancagem financeira das empresas não-financeiras. A reestruturação da dívida impulsionará de maneira mais eficaz uma economia em dificuldades.

Embora seja útil discutir quais políticas econômicas são melhores, quando ocorre uma crise, essa discussão ignora ‘o enorme elefante na sala’. Se aprendemos alguma coisa sobre política nos últimos anos, devemos saber como os conflitos partidários envenenam governos durante severos contrações econômicas.

Quando é mais necessária, a política econômica a ser aprovada pelo Congresso Nacional se torna inviável politicamente. Aqui, no Brasil golpista, lembre das “pautas-bombas” para sabotar todas as políticas públicas enviadas pelo Poder Executivo para o Poder Legislativo.

Por exemplo, o eleitorado nos Estados Unidos tornou-se extremamente polarizado durante a Grande Recessão. O surgimento de grupos como o movimento Tea Party e o Occupy Wall Street exemplificam uma tendência mais ampla: durante o coração da Grande Recessão, a fração da população nos Estados Unidos autodenominada “moderada” despencou. A polarização política lá, como aqui, expandiu a intolerância.

Em pesquisa com Francesco Trebbi, Atif Mian e Amir Sufi mostraram como a polarização política nos Estados Unidos nos sete anos anteriores a 2014 foi a regra, não a exceção. Depois, com a eleição de Donald Trump agravou muito.

Mais especificamente, os coautores examinaram a polarização política após as crises financeiras de 1981 a 2008 em setenta países. Quando uma crise se materializa, a fração da população autodenominada centrista cai acentuadamente. Em seu lugar, há um grande aumento na participação de extremistas, tanto à esquerda quanto à direita.

Por sua vez, as crises financeiras movem os sistemas políticos em direção a legislaturas e cenários políticos mais fragmentados. Governos são menos capazes de formar coalizões viáveis. A desintegração política se torna a norma.

Mesmo se todos os economistas do mundo concordassem com as políticas corretas, não poderiam contar com os governos para adotá-las. O desastre do Teto da Dívida do verão de 2011, o sequestro de 2013, o fracasso do governo dos EUA em implementar qualquer legislação significativa nos últimos anos: essas não são exceções, mas representam como o governo se torna impotente, politicamente, quando a economia entra em colapso.

Não podemos confiar nas autoridades para implementar com agilidade as políticas corretas quando ocorrer uma recessão com perdas alavancadas. De alguma forma, precisamos estabelecer mecanismos capazes de ajudarem, automaticamente, a economia a responder quando os preços dos ativos caírem.

A dívida é um instrumento horrível por causa de sua inflexibilidade: requer intervenção governamental, após o fato de entrar em fase de desalavancagem financeira, para ajudar a distribuir de maneira mais igualitária as perdas associadas a um crash pós-boom. Por causa da polarização política, essa intervenção é improvável. Logo, o tempo, a energia e os recursos desperdiçados na luta pela reestruturação da dívida podem ser demasiadamente caros.

No próximo e último capítulo, Atif Mian e Amir Sufi argumentam: o ciclo vicioso de perdas alavancadas só pode ser quebrado se alterarmos fundamentalmente a maneira pela qual as famílias se financiam. Precisamos ter mecanismos capazes de nos ajudarem a evitar crises de perdas alavancadas em primeiro lugar. Só podemos apreciar os frutos do sistema financeiro se nos afastarmos de um sistema tão dependente de dívidas.

A leitura desse livro contribui para fazer analogias com o estudo do caso brasileiro. Ele é diferente por a crise de desalavancagem financeira ter atingido às empresas não-financeiras, ou seja, Pessoa Jurídica em lugar de Pessoa Física. Posteriormente, a pandemia atinge, gravemente, as ocupações, tanto formais, quanto informais, das pessoas. A desocupação generalizada não permite enxergar, brevemente, uma normalização e, depois, um novo ciclo de endividamento, com a retomada de alavancagem.

Nosso caso parece ser, mais uma vez, o caso de uma intervenção governamental direta nos investimentos e na produção, via empresas estatais e bancos públicos, sem afastar a possibilidade de Parceria Público-Privada. Buscar a superação dos erros anteriores.

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Audi e-tron S e e-tron Sportback S chegam com 503 cavalos

Audi e-tron S e e-tron Sportback S chegam com 503 cavalos

O Audi e-tron, que já está sendo vendido no Brasil, adiciona mais uma opção na Europa. Os e-tron S e e-tron Sportback S chegam com proposta esportiva e preços de € 93.080 e € 100.330, respectivamente, na Alemanha.

Equipados com baterias de lítio de 95 kWh, a dupla de esportivos elétricos da Audi chega com 503 cavalos e 98,9 kgfm. Com esse pacote, os Audi e-tron S e e-tron Sportback S vão de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos e alcançam 210 km/h.

Audi e-tron S e e-tron Sportback S chegam com 503 cavalos

Para chegar nesses números, a Audi adicionou o motor elétrico traseiro do e-tron 55, no eixo dianteiro, sendo instalado duplamente no eixo traseiro.

Assim, com esse arranjo de um motor frontal e dois traseiros, os Audi e-tron S e e-tron Sportback S mudam completamente a atuação dos modelos.

Audi e-tron S e e-tron Sportback S chegam com 503 cavalos

Contudo, mais força significa consumo de energia maior. Aí, a autonomia proposta para a dupla de esportivos é de 360/365 km no ciclo WLTP.

Na dinâmica de condução, os Audi e-tron S e e-tron Sportback S não usam diferencial traseiro central e variam o torque em cada roda por meio dos motores, individualmente.

Audi e-tron S e e-tron Sportback S chegam com 503 cavalos

Visualmente, eles chegam com para-choques mais esportivos, assim como grade com logotipo S, rodas de design agressivo e aro 20 polegadas (com opção de 21 ou 22 polegadas), pinças de freio amarelas, saias de rodas abauladas e suspensão pneumática adaptativa com ajuste mais esportivo.

Por dentro, o ambiente dos Audi e-tron S e e-tron Sportback S apresenta volante esportivo de fundo chato com logotipo S line, bem como bancos em couro personalizados com a logotipia em relevo nos encostos e no apoio de mão dos botões de marcha.

Audi e-tron S e e-tron Sportback S chegam com 503 cavalos

Os freios regenerativos chegam a recuperar 270 kW em velocidade de 100 km/h. Bomba de calor, faróis Matrix LED e câmeras-retrovisores são opcionais.

A Audi oferece garantia de 8 anos ou 160.000 km para as células de energia, o que se tornou padrão no mercado internacional. Vem? Provavelmente sim.

Audi e-tron S e e-tron Sportback S 2021 – Galerias de fotos

Audi e-tron S e e-tron Sportback S chegam com 503 cavalos
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Nissan Magnite ensaia aparição oficial na Índia, mas só chega em 2021

Nissan Magnite ensaia aparição oficial na Índia, mas só chega em 2021

A Nissan divulgou um teaser da proposta do futuro SUV subcompacto Magnite, nome que a marca japonesa não cita no release, mas ela própria já deu a dica no vídeo promocional dos próximos lançamentos.

Com apresentação oficial no dia 16 de julho, o Nissan Magnite ainda não aparecerá em sua forma final, mas como um conceito, ainda mais que o produto só chegará aos consumidores indianos no início de 2021, devido à Covid-19.

Chamado de Compact B-SUV, o Magnite é o irmão japonês do francês Renault Kiger, compartilhando assim a plataforma modular CMF-A+ e com porte limitado a 3,999 m de comprimento.

Pelo que se pode ver nas imagens, o Nissan Magnite vai explorar um visual bem expressivo, buscando atrair os jovens consumidores indianos.

Nissan Magnite ensaia aparição oficial na Índia, mas só chega em 2021

Com frente elevada, ele chama atenção pela frente pronunciada, o que é estranho devido ao seu porte. Esse frontal proeminente é bem diferente daquele visto no Kiger.

Faróis retangulares full LED bem fluidos, deixam a frente ainda mais avançada, assim como o para-choque com protetor destacado. Um enorme LED em “L” se conecta indiretamente à assinatura em LED dos faróis.

As rodas de desenho esportivo, possuem saias com reforço de proteção em preto. Não se pode ver mais nada do conceito. No mercado indiano, o Magnite deve receber o propulsor HR10DDT 1.0 Turbo com 95 cavalos, pelo menos. O câmbio X-Tronic CVT deve ser adicionado ao pacote.

Nissan Magnite ensaia aparição oficial na Índia, mas só chega em 2021

Com potencial além da Índia, o Nissan Magnite pode chegar ao mercado sul-americano, não só por importação em alguns países, mas também com produção local. Tendo um porte bem distante do Kicks, o SUV pequeno poderia deixar o caminho livre para o crossover nacional subir para um nível acima com propulsão e-Power Flex.

Isso faria do Kicks, o único SUV compacto elétrico (com gerador) produzido no Brasil. Já o Magnite poderia se valer do motor 1.0 Turbo com CVT em uma proposta abaixo.

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Doenças na cultura da soja: quais são e como tratar

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de soja, atrás apenas dos Estados Unidos. Além disso, a previsão é de que o país assumirá a liderança nas próximas safras, e isso mostra a importância desse cultivo para a economia nacional. Portanto, os produtores devem se preocupar em conhecer as principais doenças na cultura da soja.

Esse problema está entre os fatores que mais diminuem a produtividade da cultura e contribuem para o aumento dos custos da produção. Diversas doenças causadas por fungos, vírus, bactérias e nematoides já foram identificadas no Brasil, e é preciso conhecimento para proteger a produção entre as safras.

Continue a leitura e conheça quais são as principais doenças na cultura da soja e algumas soluções para tratá-las.

Quais são as principais doenças na cultura da soja?

É importante destacar que as condições ambientais são um dos principais fatores que afetam as lavouras e causam as doenças na cultura da soja. As circunstâncias meteorológicas, como temperatura, chuva e umidade do ar, atuam diretamente no estado de saúde das plantas.

Entender essa relação com o desenvolvimento das patologias é importante para gerar modelos que ajudem a identificar a ocorrência do problema. Em geral, as safras de soja passam por diversos cenários de clima que influenciam nas doenças e, consequentemente, na produtividade da cultura.

Algumas patologias acometem os estágios iniciais do desenvolvimento da soja, afetando o seu estabelecimento. Posteriormente, podem surgir outros ataques, inclusive nas fases finais de crescimento.

O impacto desse problema sobre o rendimento de grãos da cultura tende a variar de intensidade conforme a região, as condições do solo e o uso de defensivos agrícolas. Por isso, é necessário realizar análises regionalizadas quando se deseja fazer uma análise sobre as doenças na cultura da soja.

Entre os principais problemas apresentados nas lavouras e causados por diferentes parasitas, estão:

  • ferrugem asiática;
  • mancha alvo;
  • oídio;
  • mofo branco;
  • antracnose.

Como identificá-las de acordo com as suas principais características?

Conhecer as características das principais doenças que acometem a cultura da soja é o primeiro passo para evitar grandes epidemias e para desenvolver um programa de controle de parasitas adequado. Veja como fazer o reconhecimento para alguns dos problemas mais comuns.

Ferrugem asiática

A ferrugem asiática é, certamente, a principal doença que acomete a cultura da soja. Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, pode aparecer em qualquer estágio de desenvolvimento da planta.

O primeiro sintoma é caracterizado por pequenos pontos escuros espalhados pelas plantas, com correspondente protuberância na parte inferior das folhas. Conhecidas como urédias, podem adquirir coloração castanho-claro a castanho-escuro.

O processo de infecção varia de acordo com a disponibilidade de água na superfície das folhas. Quanto mais precoce for a desfolha, menor o tamanho do grão e menor o rendimento e a qualidade do cultivo.

Mancha alvo

Inicialmente, ocorrem lesões pontuais de cor amarronzada, com halo amarelado, que evoluem para grandes manchas circulares. Em geral, os sinais apresentam uma pontuação escura no centro, similar a um alvo — motivo para o nome da doença. Lavouras suscetíveis podem sofrer grave desfolha.

O fungo causador do problema também infecta raízes e é encontrado em praticamente todo o Brasil. Pode sobreviver em sementes infectadas e restos de culturas, além de contaminar um grande número de plantas cultivadas. Maior umidade relativa favorece a infecção das folhas.

Oídio

Essa infecção é causada por um parasita que se desenvolve em toda a parte aérea da soja. Sua principal característica é a fina camada esbranquiçada que cobre a planta. Nas folhas, o crescimento do fungo faz a coloração mudar para um castanho acinzentado. Em condições severas, pode secar as folhas e causar sua queda prematura.

A doença pode acontecer em qualquer fase de desenvolvimento do vegetal, porém, é mais comum no início da floração. O fungo se desenvolve melhor em condições de temperaturas amenas e baixa umidade relativa do ar.

Mofo branco

O mofo branco inicia com manchas aquosas que progride para coloração castanho e logo evolui para a formação de micélios brancos e densos. O fungo causador da doença consegue infectar qualquer parte da planta.

Em pouco tempo, os micélios transformam-se em uma massa negra e rígida, representando a forma mais resistente do parasita. Esse problema pode afetar a superfície e o interior da haste e das vagens. Temperaturas amenas e alta umidade relativa do ar favorecem a doença. A fase mais vulnerável vai da floração ao início do desenvolvimento das vagens.

Antracnose

A antracnose causa manchas negras nas nervuras das hastes, folhas e vagens e pode ser o motivo da morte de plântulas. Pode acontecer a queda total das vagens ou a decomposição das sementes. As vagens infectadas passam a apresentar cor escura e ficam retorcidas.

O problema afeta as fases iniciais de formação das vagens e a ocorrência é maior em áreas com elevada precipitação e altas temperaturas. Sementes com deficiência nutricional, especialmente de potássio, também são mais sensíveis à infecção.

Como tratar as doenças de modo eficiente?

Muitos patógenos da soja são transmitidos por meio do material propagativo (sementes). Usar sementes contaminadas é uma das principais causas da introdução e do aumento das doenças nos cultivos. Portanto, usar sementes sadias ou fazer o seu tratamento químico ajuda a evitar a disseminação.

Técnicas corretas de manejo também são fundamentais para evitar que essas e outras doenças ganhem resistência às tecnologias atuais. Isso envolve desde a escolha da melhor época da semeadura até o encurtamento do ciclo, o aperfeiçoamento do manuseio e a realização da rotação dos defensivos agrícolas.

Além disso, o controle de doenças por meio da resistência genética é um dos modos mais eficazes e econômicos. Porém, ainda não existem cultivares resistentes para a maioria das patologias.

A eliminação das doenças que podem gerar danos econômicos depende do conhecimento de técnicas específicas e da integração de diversas práticas de cultivo. Isso inclui adubação equilibrada, controle de plantas daninhas, entre outros tratamentos que forem necessários.

O planejamento da lavoura, com a escolha correta da cultivar, é fundamental para o manejo eficiente das doenças na cultura da soja. Táticas de controle devem ser usadas de forma estratégica para evitar as infecções, por isso, é importante conhecer o agente causador e analisar as características da região para evitar perda na produtividade e prejuízos.

Quais doenças você já enfrentou na cultura da soja? Deixe um comentário com possíveis dúvidas ou compartilhe a sua história conosco!

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Nióbio – Mundo Educação

Nióbio é um elemento com propriedades como resistência e supercondutividade. Foi descoberto, em 1801, por Hatchett. A maior reserva desse metal encontra-se no Brasil.
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Ineos Grenadier resgata espírito do Defender clássico com motor BMW

Ineos Grenadier resgata espírito do Defender clássico com motor BMW

Ele é engenheiro, mas químico. Fez fortuna bilionária longe do setor automotivo e virou cavaleiro do império britânico. Sir Jim Ratcliffe decidiu que agora era hora de entrar no mercado de veículos com atuação no 4×4 com o Ineos Grenadier.

Trata-se de utilitário com linhas robustas e sem nenhuma elegância, focado no 4×4 e inspirado claramente no Land Rover Defender. Ratcliffe já teve problemas com a marca inglesa, quando decidiu reproduzir o antigo modelo inglês, sem sucesso.

Ineos Grenadier resgata espírito do Defender clássico com motor BMW

Agora, o Ineos Grenadier vai tentar assumir o posto que era do antigo Defender, como uma proposta mais purista e menos tecnológica em relação ao atual SUV da Land Rover.

Com a recusa da JLR em vender os projetos e maquinário para a produção do antigo Defender, Ratcliffe criou a Ineos Automotive e contratou uma equipe para desenvolver o novo projeto, incluindo a Magna Steyr, de Graz, Áustria.

O nome do modelo veio do pub preferido de Ratcliffe, que fica na região de Belgravia, em Londres. Revelado 18 meses antes do lançamento, a Ineos aposta em testes “à vista de todos”, a fim de promover o produto e atrair clientes.

Ineos Grenadier resgata espírito do Defender clássico com motor BMW

Equipado com motores BMW B57 e B58, o Ineos Grenadier terá então dois propulsores de seis cilindros 3.0, abastecidos com gasolina e diesel, tendo ainda transmissão automática de oito marchas ZF 8HP de oito marchas, além da necessária tração 4×4 com redução.

Nada se sabe sobre os números do Grenadier, mas os motores da BMW possuem cavalaria que varia de 286 e 406, podendo ser mais ou menos, dependendo da aplicação da Ineos. Também não há indicação de versão híbrida ou elétrica, mas a empresa terá de lidar com isso.

Ineos Grenadier resgata espírito do Defender clássico com motor BMW

Construído em alumínio e aço de alta resistência com compósitos, o Ineos Grenadier tem chassi de longarinas e suspensão de eixo rígido nos dois eixos.

O utilitário inglês vem bem purista, com três diferenciais e caixa de redução destacada, além de molas helicoidais e barras estabilizadoras. Uma versão picape também será feita. Com formas bem rústicas, o Grenadier pretende alcançar não só a Europa, mas regiões onde um 4×4 como esse é mais do que estilo de vida.

Ineos Grenadier 2021 – Galeria de fotos

Ineos Grenadier resgata espírito do Defender clássico com motor BMW
Ineos Grenadier resgata espírito do Defender clássico com motor BMW
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