
Em 2016, a General Motors tinha nada menos que 13 sedãs disponíveis no mercado americano sob as marcas Chevrolet, Buick e Cadillac. Era realmente um portfólio para nenhum amante de carros de três volumes botar defeito.
A gama da GM era realmente interessante e a Chevrolet era a marca que mais tinha sedãs disponíveis, iniciando pelo Sonic, que já foi vendido no Brasil. Cruze, Malibu, Impala, SS e Caprice (este para a polícia) eram encontrados no portfólio.

Já a mais premium Buick, tinha os “alemães” Verano e Regal, além do LaCrosse. Na Cadillac, havia o XTS (com tração dianteira), CTS, CT6 e o ATS, o prometido anti-Série 3. De lá para cá, esta última acrescentou ainda os sedãs CT4 e CT5.
Contudo, com exceções destes dois últimos e do Malibu, os demais morreram no mercado americano. Sim, exatamente 10 sedãs perderam a vida comercial diante da ascensão de crossovers, SUVs e até das picapes.

A mudança para os SUVs se deu devido à moda que toma conta em todo mundo, uma vez que a gasolina barata fomentou mesmo é a mudança de muitos clientes de sedãs para picapes, inclusive as mais luxuosas e caras.
Essa alteração no panorama do mercado americano fez com que hoje, a GM tenha apenas o Malibu na Chevrolet e os CT4 e CT5 na Cadillac. No entanto, o sedã da gravata dourada vem registrando queda de vendas e este ano perdeu até para o já morto Ford Fusion.

Embora siga na ordem do dia, o Chevrolet Malibu não parece ter um futuro longo no mercado americano, diferente do chinês, onde os sedãs ainda podem viver tranquilamente.
Nos EUA, a marca da GM ainda pode se dar por feliz, visto que a rival Ford nem tem mais carros nessa categoria e em breve a Lincoln também não. Por ora, ainda não se sabe até quanto os atuais CT4 e CT5 resistirão, mas o horizonte é escuro.
[Fonte: GM Authority]
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