WHY AND HOW CAPITALISM NEEDS TO BE REFORMED
A look into Ray Dalio’s perspective on capitalism, where and why it is failing, and some thoughts about how it can be reformed to produce better outcomes.
PARADIGM SHIFTS
Identify the paradigm you’re in, examine if and how it is unsustainable, and visualize how the paradigm shift will transpire when that which is unsustainable stops.
IT’S TIME TO LOOK MORE CAREFULLY AT “MONETARY POLICY 3 (MP3)” AND “MODERN MONETARY THEORY (MMT)”
This article is for folks who are interested in economics, especially about how monetary and fiscal policy will work differently in the future.
OUR BIGGEST ECONOMIC, SOCIAL, AND POLITICAL ISSUE
The Two Economies: The Top 40% and the Bottom 60%
PRODUCTIVIDAD Y REFORMA ESTRUCTURAL
POR QUÉ LOS PAÍSES TIENEN ÉXITO O FRACASAN, y QUÉ HACER PARA QUE LOS PAÍSES FRACASADOS TRIUNFEN
POPULISM: THE PHENOMENON
This report is an examination of populism, the phenomenonhow it typically germinates, grows, and runs its course.
PRIMER ON UNIVERSAL BASIC INCOME
Universal Basic Income is one of several ideas floating around for dealing with the income/opportunity gap. Dalio is sharing a briefing paper that he and his research team prepared.
Ao fazer certas perguntas [citadas nos posts anteriores], desde o início, Ray Dalio se sentiu como uma formiga tentando entender o universo. Ele tinha muito mais perguntas em lugar de respostas e sabia estar mergulhando em inúmeras áreas onde outros dedicaram suas vidas a estudar.
Por isso, de forma agressiva, mas humilde, recorreu ao conhecimento de alguns estudiosos e praticantes notáveis. Eles tinham perspectivas profundas sobre alguma peça do quebra-cabeça, embora nenhum tivesse o entendimento holístico necessitado por Dalio para responder adequadamente a todas as suas perguntas.
Para entender todas as relações de causa e efeito por trás desses ciclos, combinou sua triangulação com:
- historiadores (especializados em diferentes partes dessa grande e complicada história),
- formuladores de políticas (com experiências práticas e perspectivas históricas), e
- um exame de estatísticas, extraídas de arquivos antigos e contemporâneos por sua excelente equipe de pesquisa e pela leitura de vários livros excelentes sobre História.
Embora tenha aprendido uma enorme quantidade utilizada para escrever seu estudo, Dalio reconhece o sabido ainda é apenas uma pequena parte daquilo necessário saber para ter certeza de suas perspectivas para o futuro. Ainda assim, também saber por experiência própria, se esperasse aprender o suficiente para ficar satisfeito com seu conhecimento, nunca seria capaz de usar ou transmitir o aprendido.
Portanto, o leitor deve entender, embora este estudo forneça a sua perspectiva de cima para baixo e visão geral sobre o que aprendeu e sua perspectiva de baixa confiança para o futuro, ele deve abordar suas conclusões como teorias e não como fatos. Mas lembre-se de, mesmo com tudo isso, esteve errado mais vezes além das demais lembradas.
Por isso, valoriza a diversificação das suas apostas acima de tudo. Portanto, sempre que eu fornecer o que penso, como estou fazendo neste estudo, perceba que estou apenas fazendo o melhor possível para transmitir abertamente a você meu pensamento.
Cabe a você avaliar por si mesmo o que aprendeu e fazer o que quiser com esse aprendizado.
Como em todos os seus estudos, Dalio tentará transmitir o que aprendeu de uma maneira muito curta e simples em lugar de uma maneira muito mais longa e abrangente. Para fazer isso, escreveu este livro apresentado em duas partes.
A Parte 1 resume tudo o que aprendeu em um arquétipo muito simplificado das ascensões e declínios de impérios, retirando toda a sua pesquisa de estudos de casos específicos. Para facilitar a compreensão dos conceitos mais importantes, escreveu em vernáculo simples, favorecendo a clareza sobre a precisão.
Como resultado, algumas das suas palavras serão em geral precisas, mas nem sempre exatamente. (Também destacará as frases-chave em negrito, para o leitor simplesmente ler estas e pular o resto para obter uma visão geral rápida.)
Primeiro, vai destilar suas descobertas em um índice do poder total dos impérios. Ele fornece uma visão geral dos estoques e fluxos de diferentes potências, constituídos a partir de oito índices de diferentes tipos de potências. Depois, explica esses diferentes tipos de poder para entender como eles funcionam e, finalmente, discute o que acredita tudo isso significar para o futuro.
A Parte 2 mostra todos os casos individuais em maior profundidade, compartilhando os mesmos índices para todos os principais impérios nos últimos 500 anos. Fornecer as informações dessa maneira permite o leitor entender como Dalio acredita essas ascensões e quedas funcionam lendo a Parte 1 e depois escolher se deve ou não entrar na Parte 2 para ver esses casos interessantes, individualmente, em relação um ao outro e em relação ao modelo explicado na Parte 1.
Dalio sugere o leitor ler as duas partes, porque espero ele achar fascinante a grande história das evoluções desses países nos últimos 500 anos na Parte 2. Essa história apresenta uma imagem sequencial da evolução do mundo por meio dos eventos capazes de levarem o império holandês a subir e cair face ao império britânico, o império britânico a subir e cair face ao império americano e o império americano a subir e entrar em seu declínio inicial na ascensão do império chinês.
Também compara esses três impérios com os da Alemanha, França, Rússia, Japão, China e Índia. Como você verá nos exames de cada um deles, todos seguiram amplamente o roteiro, embora não exatamente.
Além disso, espera o leitor achar fascinantes e inestimáveis as histórias das ascensões e quedas das dinastias chinesas, desde o ano 600, exatamente como Dalio achou. O estudo das dinastias lhe mostrou o que na China tem sido semelhante às outras ascensões e quedas (o que é quase tudo), lhe ajudou a ver o que era diferente (tornando a China diferente do Ocidente) e lhe deu uma compreensão das perspectivas dos líderes chineses. Eles estudam, cuidadosamente, essas dinastias pelas lições lhes fornecidas.
Francamente, Ray Dalio não sabe como seria capaz de navegar em o que está acontecendo agora e o possível de acontecer conosco sem ter estudado toda essa história. Mas antes de entrarmos nesses casos individuais fascinantes, ele nos propõe a aprofundar no caso arquetípico.
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Lembre-se sempre: “o que eu não sei” é muito maior se comparado a “o que eu sei” publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com
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