
Alguém, já notou a semelhança entre Apple e Tesla? Muitos se referem ao fabricante de automóveis de Fremont como a gigante de tecnologia, mas com quatro rodas.
De fato, a comparação não vem apenas de consumidores, mas também de analistas de mercado. Por conta da inovação, a Tesla está sendo comparada com a Apple, mas não a atual, com seu iPhone 11.
Há 20 anos, a empresa da maçã estava atraindo a atenção do mercado com inovações lideradas por Steve Jobs, que levaram ao icônico iPhone alguns anos depois.

Todos os olhos (especialmente do mercado financeiro) iam para a empresa fundada por Jobs, que de computadores pessoais bem simpáticos, avançou para o mercado de telefonia celular com um aparelho revolucionário.
Agora, essa atenção toda está em Elon Musk, que não atrai investidores apenas com a Tesla, ele também atua da mesma forma na SpaceX e tem projetos como Boring e Hyperloop, que também estão se materializando.

Polêmico, Musk é a força criativa por trás da Tesla, assim como Jobs com a Apple. Contudo, a marca de carros tem um problema, na visão do mercado, sendo este operacional, de acordo com analistas de mercado da Morgan Stanley, em debate interno divulgado pelo site Business Insider.
Musk não consegue lidar com isso ao mesmo tempo em que desenvolve novas tecnologias para a Tesla. Segundo se fala, ele não é bom nisso.
Para crescer, na visão de investidores, seria preciso alguém que dominasse essa parte. Tim Cook, que hoje lidera a Apple, seria essa pessoa.

Uma fusão Apple-Tesla já foi vislumbrada até por entusiastas das duas marcas, porém, a gigante do iPhone é muito maior que a fabricante de carros elétricos.
Na Apple, contudo, as coisas não vão bem. Sem inovação como há 20 anos, a marca da maçã perdeu sua força criativa com a morte de Jobs e o mercado, apesar de seu um trilhão de dólares em valor, não vê isso com bons olhos.
A Tesla já vale mais que GM e Ford, chegando mesmo a superar a Toyota em valor de mercado, mas esta recuperou seu posto recentemente.
Musk seria essa força. Juntas, provavelmente chegariam em um nível elevado de inovação, é o que parece. Na visão de analistas da Morgan Stanley, uma empresa que possui um fundador como força criativa, precisa mante-lo.

É por isso que, apesar das polêmicas financeiras e declarações prejudiciais que Musk faz, no comando da Tesla, os investidores ainda não removeram-no do posto de liderança. Por bem ou por mal, é ele que faz a empresa ser o que é hoje.
No debate, a conclusão foi que “ninguém se dedicará mais à empresa que seu fundador. Com um fundador, a empresa torna-se a sua vida e a sua vida torna-se a empresa”. Finalizaram: “Há coisas positivas e negativas com essa dinâmica”.
Isso reflete diretamente na imagem da marca. Na Coreia do Sul, por exemplo, a Tesla é vista como uma marca de inovação e muitos clientes dela são da área de TI.

O interesse, nesse caso, não seria pelo carro em si, mas pela imagem que ele representa em seu estilo de vida e carreira. Associar-se com a Tesla é bom para o currículo, na visão de um cliente.
No país, a “cultura Tesla” já dá seus sinais positivos, com vendas em junho superiores às da Hyundai, em carros elétricos. Isso num mercado que é dominado pelo fabricante local.
Conhecida por sua inovação, a Coreia do Sul parece um destino bom para o quarteto “S3XY” de Elon Musk.
[Fonte: Techa ao Minuto/Autoblog]
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