Em seu propósito de deixar o Estado mínimo e inerte no Brasil, a aliança ultraliberais-populistas de direita milicianos cortará ⅓ da Petrobras!
Rodrigo Polito (Valor, 14/07/2020) informa: a Petrobras espera reduzir em 34% o número de empregados próprios, informou a companhia, sem indicar prazo para alcançar a meta. O objetivo é diminuir a força de trabalho dos atuais 45,5 mil funcionários para 30 mil pessoas.
De acordo com a empresa, a redução em mais de um terço da força de trabalho deve ser alcançada a partir do desligamento de cerca de 10 mil funcionários pelos programas de demissão voluntária (PDV) e de outros funcionários por meio dos planos de desinvestimentos. Segundo a estatal, existe um PDV específico para este público no momento do fechamento da operação de venda do ativo.
Em “Live do Valor” realizada no início do mês, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que os cerca de 10 mil inscritos nos PDVs devem se desligar entre 2020 e 2021. O número representa corte de 22% do efetivo da holding. Mas a meta, segundo o executivo, é reduzir o quadro para 30 mil pessoas. “[30 mil] é algo suficiente para que a companhia continue a operar bem”, disse ele na ocasião.
Em reportagem publicada na última segunda-feira, o jornal “O Globo” destacou que os cortes, somados a uma estratégia de deixar metade dos empregados da área administrativa em regime de “home office”, mesmo após a pandemia, afeta a cadeia de fornecedores de equipamentos especializados e a rede de serviços localizados no entorno da sede da companhia, no centro do Rio.
Com um efetivo menor e a ampliação do uso de teletrabalho, a Petrobras espera reduzir o número de prédios corporativos utilizados, passando de 17, em 2019, para apenas oito, no próximo ano.
Com relação aos 10.082 inscritos nos PDVs, a Petrobras estima uma redução de custo de pessoal até 2025 em torno de R$ 4 bilhões por ano. A projeção inclui também o Programa de Aposentadoria Incentivada (PAI).
Segundo a petroleira, o retorno adicional – custo evitado de pessoal de R$ 22 bilhões menos o desembolso com as indenizações de R$ 4 bilhões – será de aproximadamente R$ 18 bilhões até 2025.
O PAI foi aprovado pelo conselho de administração da Petrobras em abril. O plano é voltado aos empregados aposentáveis com vigência até 31 de dezembro de 2023.
De acordo com a estatal, o efeito esperado das indenizações das demissões no caixa da empresa não será imediato em 2020, mas diluído ao longo dos próximos três anos.
Petrobras já era? publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com

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