Significado de Finanças:
s.f.pl. A fazenda nacional. / Erário, tesouro público: a administração das Finanças do Estado. / A ciência e a profissão do manejo do dinheiro, especialmente do dinheiro público. / O estado financeiro de um país ou, p. ext., de um particular. // Finanças públicas, conjunto dos recursos e das regras que concernem à atividade financeira das administrações públicas.
Curiosamente, o dicionário faz mais referência ao significado de Finanças Públicas. Aliás, brinco com meus alunos: — Experimente perguntar a um professor de Economia a respeito de suas Finanças Pessoais! Ele se sentirá ofendido em relação à preocupação de tão baixo nível um ser humano pode se ater! Ele defenderá com unhas-e-dentes as Finanças Públicas saudáveis (sem títulos da dívida pública pós-fixados) e poderá conhecer talvez um pouquinho de Finanças Corporativas, mas quanto às Finanças Pessoais dirá: — Jamais! Não passarão, eu não me vendo ao sistema capitalista!
Em contraponto à ciência ou à atividade do manejo do dinheiro ou de títulos representativos de formas de manutenção de riqueza, especialmente com relação ao Estado, as Finanças enquanto substantivo feminino plural se refere aos recursos pecuniários, à situação econômica, ao conjunto de receitas e despesas, com a seguinte ressalva: especialmente as do Estado ou erário.
Curiosamente, agora, quando em todo o mundo se diagnostica “o desafio central para superar a crise das Finanças Públicas é fazer um ajuste fiscal centrado em uma reforma previdenciária”, não há mais como escapar do debate das Finanças Pessoais. Deixou de ser “coisa de rico” e/ou exclusivo de capitalista. Passou a ser problema dos trabalhadores com formação universitária ou mesmo com Ensino Médio completo.
O teto do INSS está em R$ 5.840, quase seis salários mínimos, mas quase 85% dos beneficiários recebem até dois salários mínimos, representando 67% do valor pago total. Dedução óbvia, quem receber acima da renda média dos trabalhadores brasileiros (R$ 2.230) deve cuidar de complementar sua Previdência Social.
Qual é o conhecimento necessário para isso? Propiciar essa habilidade é o objetivo do meu curso Finanças Comportamentais para Trabalhadores, oferecido como disciplina eletiva para os estudantes da graduação do IE-UNICAMP prestes a se formarem.
Para tanto, a coletânea de resenhas a respeito de livros sobre Riqueza Pessoal, Teoria da Aleatoriedade, Finanças Comportamentais e Economia da Felicidade — e não dos best-sellers de “autoajuda financeira” escritos por gente afim de maior enriquecimento — indica a leitura necessária sob um ponto-de-vista mais científico: Fernando Nogueira da Costa – Leituras de Cabeceira – Finanças
Leituras de Cabeceira: Finanças publicado primeiro em https://fernandonogueiracosta.wordpress.com

Nenhum comentário:
Postar um comentário